<?xml version='1.0' encoding='UTF-8'?><?xml-stylesheet href="http://www.blogger.com/styles/atom.css" type="text/css"?><feed xmlns='http://www.w3.org/2005/Atom' xmlns:openSearch='http://a9.com/-/spec/opensearchrss/1.0/' xmlns:georss='http://www.georss.org/georss' xmlns:gd='http://schemas.google.com/g/2005' xmlns:thr='http://purl.org/syndication/thread/1.0'><id>tag:blogger.com,1999:blog-6095521935760362721</id><updated>2012-02-16T19:48:52.648-08:00</updated><title type='text'>Energia Renovável, Custe o que Custar?</title><subtitle type='html'></subtitle><link rel='http://schemas.google.com/g/2005#feed' type='application/atom+xml' href='http://energiacc.blogspot.com/feeds/posts/default'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6095521935760362721/posts/default?max-results=100'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://energiacc.blogspot.com/'/><link rel='hub' href='http://pubsubhubbub.appspot.com/'/><author><name>Mário Araújo Neto</name><uri>http://www.blogger.com/profile/08910684122403625927</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><generator version='7.00' uri='http://www.blogger.com'>Blogger</generator><openSearch:totalResults>24</openSearch:totalResults><openSearch:startIndex>1</openSearch:startIndex><openSearch:itemsPerPage>100</openSearch:itemsPerPage><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6095521935760362721.post-6125605009964986177</id><published>2008-02-15T03:41:00.000-08:00</published><updated>2008-02-15T03:44:41.632-08:00</updated><title type='text'>Energia eólica decepciona no combate à emissão de gases do efeito estufa</title><content type='html'>&lt;span id="v10nb"&gt;&lt;/span&gt;Já diria o Doutor Oliveira Fernandes:&lt;br /&gt;"Se você sabe um pouco sobre algum assunto, não leia sobre este assunto nos jornais..."&lt;br /&gt;&lt;span id="a18bb"&gt;&lt;span id="marromtit"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;script&gt; subtitulo = ''; if (subtitulo.length &gt; 2) { document.write ('&lt;span id="a13bb"&gt;'+subtitulo+'&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;') }; &lt;/script&gt; &lt;br /&gt; &lt;span id="v10bb"&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O prefeito esta contente: cinco aerogeradores de 135 m de altura se erguem na planície. No início de fevereiro, a comuna de Saint-André-Farivillers (Oise, ao norte de Paris) viu as hélices do seu novo parque eólico, de uma potência de 11,5 megawatts (MW), começarem a girar. Uma vez que a companhia que explora este sistema, a Enertrag France, pagará a cada ano para a comuna cerca de 700 euros - R$ 1.780 - por MW, o prefeito Claude Le Couteulx prevê um faturamento de cerca de 40.000 euros (pouco mais de R$ 1,018 milhão) em receita extra.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;"Temos duas usinas que custam 60.000 euros (R$ 1,527 milhão)", diz o prefeito. "O novo recurso é bem-vindo. Eu não tenho nenhum terreno de futebol para os jovens. A sinalização é algo que custa os olhos da cara: nós vamos instalar um grande painel com um mapa na entrada da vila. E ainda poderemos continuar a reforma dos vitrais da nossa igreja do século 15. Além disso, com os aerogeradores ou turbinas eólicas, nós tivemos de ampliar as estradas da comunidade em quatro metros, e vamos precisar garantir a sua manutenção". O prefeito também pretende ajudar os mais pobres dos seus 550 administrados a pagarem pela renovação do saneamento básico individual da sua casa, que é obrigatória.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O projeto, que foi encampado com entusiasmo pelo prefeito, não suscitou praticamente nenhuma crítica na vila. A Enertrag, que investiu 16 milhões de euros (R$ 40,72 milhões) no parque eólico, espera uma rentabilidade média que ultrapasse 10% por ano.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;table table="" valign="left" align="center" border="0" cellpadding="0" cellspacing="0" height="300" width="440"&gt;&lt;tbody&gt;&lt;tr&gt;&lt;td valign="top"&gt;&lt;img src="http://n.i.uol.com.br/midiaglobal/140208energiaeolica.jpg" alt="Georges Gobet/AFP - 25.jan.2006" border="0" /&gt;&lt;/td&gt;&lt;td rowspan="2" width="10"&gt; &lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;tr&gt;&lt;td valign="top"&gt;&lt;span style="font-family:arial;font-size:78%;"&gt;Conjunto de turbinas eólicas gera energia perto da vila medieval de Avignonet de Laugrais&lt;/span&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;/tbody&gt;&lt;/table&gt;&lt;br /&gt;O desenvolvimento da energia eólica representa um bom negócio, tanto para as comunas quanto para as companhias que o empreendem. Embora a eletricidade produzida pelo vento esteja entre as mais caras, a sua rentabilidade está garantida por uma taxa incluída nas contas de todos os assinantes. O objetivo é incentivar o crescimento desta energia renovável.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mas será que aquilo que é bom para as comunas e para as empresas também é benéfico para a coletividade? Os aerogeradores serão mesmo um meio eficiente de lutar contra o aquecimento climático? A resposta parecia ser, evidentemente, sim. Isso até a publicação de um estudo realizado pela Federação do Meio Ambiente Sustentável(http://environnementdurable.net), a qual agrupa associações que se opõem aos aerogeradores, que vem arremessar um tijolo na vidraça do ecologicamente correto.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O autor do estudo, Marc Lefranc, vice-presidente da federação, comparou a evolução das emissões de CO2 (gás carbônico), o principal gás do efeito estufa, dos países que mais desenvolveram os aerogeradores na Europa. Uma vez que os aerogeradores não emitem CO2, esses países deveriam apresentar um balanço particularmente favorável.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Contudo, os números do serviço europeu de estatísticas Eurostat mostram que a Alemanha, apesar de possuir um parque eólico de mais de 18.000 MW, não viu as emissões de CO2 por habitante, provenientes do setor da energia, diminuirem, mas, ao contrário, aumentarem em 1,2%, entre 2000 e 2005. A Espanha, com mais de 10.000 MW, conheceu um aumento de 10,4% da sua produção de CO2 no mesmo período.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A Dinamarca, campeã mundial dos aerogeradores, considerando-se a sua população reduzida, registra uma diminuição de 11% da sua produção de CO2. Mas, de fato, como observa Marc Lefranc, a duplicação das importações de eletricidade da Dinamarca explica em grande parte este bom resultado. No total, segundo o documento, o desenvolvimento da energia eólica apresenta um balanço "muito decepcionante do ponto de vista econômico e ambiental".&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mas é preciso levar em conta as circunstâncias. A Espanha conheceu de fato um desenvolvimento econômico muito importante, que gerou uma expansão considerável do consumo de eletricidade. A Alemanha incorporou a sua parte oriental, cujo consumo de eletricidade aumentou substancialmente em função do seu esforço para alcançar o nível da parte ocidental. Nesse contexto, é importante se perguntar se, sem aerogeradores, as suas emissões não teriam sido ainda mais elevadas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mas o estudo coloca em destaque uma questão que, de maneira surpreendente, foi negligenciada pelas instituições ligadas ao setor energético: em qual medida a energia eólica pode reduzir as emissões de CO2? A Agência Internacional da Energia (AIE) permanece muda a este respeito; a Agência do Domínio da Energia (Ademe) não fornece resposta alguma. Uma análise chegou a ser realizada indiretamente, na França, pela Rede de Transporte de Eletricidade (RTE), em relação ao problema da inconstância no fornecimento de eletricidade pelos aerogeradores. Isso pode obrigar a recorrer a centrais térmicas quando os picos de consumo, durante o inverno, se combinam com a ausência de vento. De fato, como observou a RTE em 2007, em seu relatório de perspectivas, as "demandas de potência a serem atendidas pelos equipamentos térmicos" vêm aumentando "de maneira cada vez mais conseqüente à medida que o parque eólico vai crescendo".&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Os especialistas favoráveis à energia eólica encontram dificuldades para responder à pergunta colocada pelo estudo da Federação do Meio Ambiente Sustentável. "Se o consumo aumenta quando a população aumenta, isso acaba absorvendo o pequeno ganho permitido pela energia eólica", observa Pierre Radanne, um especialista independente. "Com certeza, se esforços não forem realizados para economizar energia, a energia eólica não servirá para nada", diz Raphaël Claustre, diretor do Centro de Interligação das Energias Renováveis.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;"Reduzir os diversos tipos de consumo" &lt;/b&gt;&lt;br /&gt;De fato, a energia eólica não tem sentido a não ser no quadro de uma política global de energia que vise a dominar o consumo de eletricidade: "A primeira coisa a fazer é reduzir os diversos tipos de consumo", comenta Jean-Louis Bal, encarregado das energias renováveis na Ademe, "mas ninguém se habilita a fazê-lo".&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Este raciocínio é confirmado por Jean-Marc Jancovici, engenheiro e membro do comitê de vigilância ecológica da Fundação Nicolas Hulot: "O que se verifica na Alemanha e na Espanha é que o fato de dispor de energias renováveis em maiores quantidades não significa necessariamente um uso menor de combustíveis fósseis. De fato, os promotores da energia eólica vêm fazendo o mesmo que os promotores da energia nuclear: eles incentivam uma política de oferta, ao passo que é uma política da demanda que se revela necessária. Com isso, mais vale convencer a sociedade a aceitar um aumento do preço da eletricidade, que a motivará a reduzir o consumo, do que desenvolver a energia eólica".&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Enquanto está prevista uma produção de 7.000 MW de energia eólica na França em 2012, o parque de centrais térmicas a gás deverá também aumentar em cerca de 10.000 MW. Um exemplo deste paradoxo pode ser encontrado perto de Saint-Brieuc (Côtes-d'Armor, Bretanha), onde a companhia Gaz de France planeja a construção de uma central a gás de 232 MW enquanto a Poweo prepara um parque eólico de uma potência comparável no mar. Uma expertise que foi realizada a pedido dos eleitos mostrou que com isso, haverá muito mais energia do que o departamento realmente precisa.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;"Os aerogeradores me lembram muito os biocombustíveis da primeira geração", explica Marc Lefranc. "No começo, todos pensavam que eles representavam um avanço; mais tarde, quando foi feito o balanço ambiental, todos se deram conta de que os seus supostos benefícios eram muito discutíveis. Em relação à luta contra a mudança climática, a primeira coisa a ser feita é implantar as técnicas de economias de energia. Então, numa segunda etapa, será preciso hierarquizar as energias renováveis para investir com bom senso".&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Fonte: Le Monde&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6095521935760362721-6125605009964986177?l=energiacc.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://energiacc.blogspot.com/feeds/6125605009964986177/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=6095521935760362721&amp;postID=6125605009964986177' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6095521935760362721/posts/default/6125605009964986177'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6095521935760362721/posts/default/6125605009964986177'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://energiacc.blogspot.com/2008/02/energia-elica-decepciona-no-combate.html' title='Energia eólica decepciona no combate à emissão de gases do efeito estufa'/><author><name>Mário Araújo Neto</name><uri>http://www.blogger.com/profile/08910684122403625927</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6095521935760362721.post-9219986856783167151</id><published>2007-06-15T09:08:00.000-07:00</published><updated>2007-06-15T09:11:20.427-07:00</updated><title type='text'>Decisão da diretoria mantém multa aplicada a Eletrobrás</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: justify;"&gt;         A Aneel manteve a multa de R$ 11,9 milhões aplicada à Centrais Elétricas Brasileiras S/A (Eletrobrás) em conseqüência da má gestão dos recursos arrecadados pela Conta de Consumo de Combustíveis(CCC). A diretoria negou esta semana recurso apresentado pela empresa. A deliberação da Aneel esgota a possibilidade de recurso na esfera administrativa.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;        A estatal, gestora da Conta, foi punida após fiscalização da Agência constatar a compra de combustíveis, coberta com recursos da CCC, a preços acima das médias do mercado nacional, o que acarretou aumento do custo de geração de energia nos Sistemas Isolados.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;        Na reunião pública, a diretoria decidiu também reiterar a sugestão, encaminhada por ofício ao Ministério de Minas e Energia em fevereiro deste ano, de revisar a regulamentação em vigor com o objetivo de atribuir a competência da administração e gerência dos recursos da CCC a outro órgão. No documento, a diretoria alerta para a possível existência de conflito de interesse, uma vez que a Eletrobrás, além de gestora da Conta é controladora de diversas concessionárias. Tal sugestão visa a contribuir para a melhoria e o aperfeiçoamento contínuo da gestão da CCC e para a redução dos valores da conta, com impacto nas tarifas de energia de todo o país.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;        A CCC é um encargo pago por todos os consumidores para subsidiar a compra de combustíveis fósseis (óleo diesel, por exemplo) para geração térmica nos sistemas isolados, principalmente na região Norte. A Agência estabeleceu o valor de R$ 2,8 bilhões para a quota da CCC para 2007, montante 36,6% inferior em relação a 2006.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Fonte: &lt;a href="http://www.aneel.gov.br/arquivos/PDF/boletim273.htm"&gt;Boletim Energia da Aneel&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6095521935760362721-9219986856783167151?l=energiacc.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://energiacc.blogspot.com/feeds/9219986856783167151/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=6095521935760362721&amp;postID=9219986856783167151' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6095521935760362721/posts/default/9219986856783167151'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6095521935760362721/posts/default/9219986856783167151'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://energiacc.blogspot.com/2007/06/deciso-da-diretoria-mantm-multa.html' title='Decisão da diretoria mantém multa aplicada a Eletrobrás'/><author><name>Mário Araújo Neto</name><uri>http://www.blogger.com/profile/08910684122403625927</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6095521935760362721.post-6098174703745197408</id><published>2007-06-14T07:51:00.000-07:00</published><updated>2007-06-14T07:55:42.719-07:00</updated><title type='text'>EPE habilita 87 empreendimentos para Leilão de Fontes Alternativas</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: justify;"&gt;    A Empresa de Pesquisa Energética – EPE encerrou o processo de habilitação técnica de empreendimentos para o Leilão de Energia de Fontes Alternativas, que ocorrerá na próxima segunda-feira (18/06). Foi habilitado tecnicamente para o processo um conjunto de 87 usinas, com potência instalada total de 2.803 MW. A licitação – a primeira deste tipo que é realizada no país – será destinada a comercializar energia elétrica proveniente de três tipos de fontes: hídrica a partir de pequenas centrais hidrelétricas (PCHs), térmica à biomassa e eólica.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;    Dos empreendimentos habilitados tecnicamente pela EPE, 54 usinas são de PCHs, que juntas representam 844 MW de capacidade de geração. As usinas termelétricas movidas a bagaço de cana-de-açúcar e rejeitos de criadouros avícolas totalizam 24 habilitações, com potência de 1.019 MW. Nove usinas movidas pela força dos ventos, com potência de 939 MW, obtiveram habilitação.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;    O Leilão de Energia de Fontes Alternativas é o primeiro deste tipo promovido no país, e será realizado através da rede mundial de computadores. A energia negociada no processo será destinada ao atendimento do mercado das empresas distribuidoras de energia elétricas, que participarão como compradoras. Essas empresas firmarão Contratos de Comercialização de Energia em Ambiente Regulado (CCEAR) com os empreendedores que obtiverem êxito na negociação. Os CCEAR, válidos a partir de 2010, terão vigência de 30 anos para as PCHs e de 15 anos para as térmicas à biomassa e centrais eólicas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Fonte: &lt;a href="http://www.epe.gov.br"&gt;EPE&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6095521935760362721-6098174703745197408?l=energiacc.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://energiacc.blogspot.com/feeds/6098174703745197408/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=6095521935760362721&amp;postID=6098174703745197408' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6095521935760362721/posts/default/6098174703745197408'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6095521935760362721/posts/default/6098174703745197408'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://energiacc.blogspot.com/2007/06/epe-habilita-87-empreendimentos-para.html' title='EPE habilita 87 empreendimentos para Leilão de Fontes Alternativas'/><author><name>Mário Araújo Neto</name><uri>http://www.blogger.com/profile/08910684122403625927</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6095521935760362721.post-4908444535518249734</id><published>2007-06-05T03:06:00.000-07:00</published><updated>2007-06-05T03:10:12.109-07:00</updated><title type='text'>Investimento nuclear é questão estratégica</title><content type='html'>&lt;h5 style="font-weight: normal;"&gt;Especialistas ouvidos pelo G1 afirmam que energia brasileira pode vir de outras fontes. Segundo eles, governo gerencia mal o setor energético.&lt;/h5&gt;&lt;p style="text-align: justify;"&gt;A dificuldade em obter licenças ambientais para novas hidrelétricas e o risco de um novo apagão daqui a cerca de três anos fez o governo federal anunciar neste mês a retomada da construção da usina nuclear de Angra 3. Anteriormente, o presidente Lula já havia manifestado que não hesitaria em adotar essa forma de energia caso continuasse a ter problemas com hidrelétricas. O &lt;strong&gt;G1&lt;/strong&gt; ouviu especialistas no assunto que defendiam pontos de vista diferentes. Em comum, a visão de que a decisão de investir no setor é baseada mais por motivos estratégicos e tecnológicos do que por uma demanda energética que não possa ser cumprida por outras fontes.&lt;br /&gt;     &lt;br /&gt;A energia nuclear era, no passado, considerada uma forma de geração de eletricidade cara demais e suja demais. Mas com a crescente alta nos preços do petróleo e do gás natural, a questão do preço passou a ser menos relevante. O lixo nuclear também passou a ser encarado de outra forma, com a revisão das tecnologias de reprocessamento de resíduos, e com a disseminação da visão de que não há nenhuma forma de gerar energia 100% limpa.&lt;br /&gt;     &lt;br /&gt;Para completar o “renascimento” da energia nuclear, há a questão do efeito estufa. Usinas nucleares não emitem dióxido de carbono e, portanto, não contribuem para o aquecimento global. “Todos esses pontos têm reposicionado a opinião mesmo de ambientalistas que antes eram visceralmente contra a energia nuclear. Estamos passando por um momento de revisão”, afirmou ao &lt;strong&gt;G1&lt;/strong&gt; Aquilino Senra Martinez, professor do Programa de Energia Nuclear da Coppe (Coordenação dos Programas de Pós-graduação de Engenharia), da UFRJ (Universidade Federal do Rio de Janeiro).&lt;br /&gt;     &lt;br /&gt;O governo defende que a energia nuclear pode suprir a demanda energética que o Brasil necessita para evitar a falta de eletricidade daqui a cerca de três anos. Os especialistas, no entanto, discordam dessa necessidade.&lt;br /&gt;     &lt;br /&gt;“Para países que não tem recursos naturais, como França e Japão, a energia nuclear pode ser considerada. O Brasil tem outras opções”, afirma o físico José Goldemberg, do Instituto de Eletrotécnica e Energia da USP (Universidade de São Paulo). “O Brasil pode produzir energia equivalente à de dez reatores nucleares se terminar uma série de hidrelétricas que estão em diversos estágios de construção. Não entendo porque isso não anda. Se o governo federal está preocupado com a questão, deveria acelerar a finalização dessas obras, que já têm licença ambiental”, critica Goldemberg.&lt;br /&gt;     &lt;br /&gt;O coordenador de Planejamento Energético da Coppe, Luiz Pinguelli Rosa, concorda. “Não acho que a energia nuclear seja uma boa alternativa. É um erro histórico”, afirma. “O próprio Painel Intergovernamental para Mudança Climática da ONU falou em seu último relatório que mesmo com o aumento da preocupação com o efeito estufa, a produção de energia nuclear só deve aumentar de 2% a 3% no mundo até 2030. Isso é muito pouco, não é nada. Porque não vale a pena investir nesse tipo de tecnologia”, diz Pinguelli, que também critica o governo. “O Brasil está gerenciando muito mal o setor energético.”&lt;br /&gt;     &lt;br /&gt;Para o professor Martinez, no entanto, o Brasil não tem escolha a não ser investir na geração nuclear. “Precisamos ter uma matriz energética diversificada. Não podemos colocar todos os nossos ovos no cesto das hidrelétricas”, defende. O próprio Martinez, entretanto, afirma que há duas outras questões muito fortes envolvidas no projeto nuclear brasileiro. &lt;/p&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;         &lt;/div&gt;&lt;p style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;       &lt;/p&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;         &lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;" class="subTitulo"&gt;&lt;font class="marcador"&gt; &lt;/font&gt;&lt;font&gt;Estratégia&lt;/font&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;         &lt;/div&gt;&lt;p style="text-align: justify;"&gt;Em primeiro lugar, se o Brasil não investir em tecnologia nuclear ele corre o risco de perder importantes conhecimentos técnicos sobre o assunto. “Temos a experiência acumulada nesse setor por causa da construção de Angra 1 e Angra 2. Se nada for feito nos próximos anos, essa experiência se perde. E depois para reconstruí-la tem um custo alto”, diz Martinez. “Precisamos preservar essas equipes técnicas de projeto de engenharia de usinas nucleares.”&lt;br /&gt;     &lt;br /&gt;Em segundo lugar, há uma séria questão de diplomacia internacional envolvida. O Brasil brigou muito nos organismos internacionais para ter direto à tecnologia de enriquecimento de urânio -– que só é dominada por nove países. Signatário do tratado de não-proliferação de armas nucleares e proibido pela Constituição de ter armamentos do tipo, o país defendeu arduamente que queria a tecnologia para uso nos reatores de Angra 1, 2 e 3. “Se não temos nem Angra 3, nem Angra 1 e Angra 2, não temos porque ter nada disso”, afirma Aquilino Martinez.&lt;br /&gt;     &lt;br /&gt;Seu colega de Coppe, Pinguelli Rosa concorda que a posição brasileira deve ser uma questão mais estratégica do que uma preocupação ambiental e defende o posicionamento do Ministério do Meio Ambiente com relação às hidrelétricas. “Defendo o rigor da ministra Marina Silva e do secretário Capobianco e não acredito que essa história tenha algo a ver com meio ambiente”, diz ele. &lt;/p&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;         &lt;/div&gt;&lt;p style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;       &lt;/p&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;         &lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;" class="subTitulo"&gt;&lt;font class="marcador"&gt; &lt;/font&gt;&lt;font&gt;Gerenciamento da crise &lt;/font&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;         &lt;/div&gt;&lt;p style="text-align: justify;"&gt;Ex-presidente da Eletrobrás, Pinguelli faz duras críticas à posição do governo com relação às políticas energéticas. “Reina uma ilusão no Brasil de que é melhor a Eletrobrás, por ser estatal, não fazer nada para que a iniciativa privada resolva os problemas. Mas isso não está dando certo. A iniciativa privada não está dando conta. Quem faz mais pelo petróleo no Brasil? A Petrobrás”, afirma o professor.&lt;br /&gt;     &lt;br /&gt;Para José Goldemberg, se o governo simplesmente administrar melhor a situação, a demanda energética será suprida. “Hidrelétricas no Rio Madeira não são a única solução. Estão colocando a questão como se fosse uma escolha de Sofia, ou você tem energia ou tem o Madeira, e não é verdade. Mesmo que essas obras ali fossem iniciadas amanhã, as usinas só estariam prontas daqui seis ou sete anos. Isso não vai resolver nosso problema de falta de energia daqui a três anos”, afirma.&lt;br /&gt;     &lt;br /&gt;O físico da USP também afirma que outras opções podem dar conta da demanda, se forem bem administradas. “Aqui em São Paulo a produção de cana-de-açúcar está expandindo muito, por causa do programa do etanol. E à medida que aumenta a produção de cana, os donos das usinas estão se dando conta que é possível produzir energia elétrica com o bagaço”, conta ele. “Aqui no estado de São Paulo quase 2 milhões de quilowatts de eletricidade já estão sendo produzidos dessa forma. E o potencial que existe é de 5 milhões de quiilowatts”, sugere. &lt;/p&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;         &lt;/div&gt;&lt;p style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;       &lt;/p&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;         &lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;" class="subTitulo"&gt;&lt;font class="marcador"&gt; &lt;/font&gt;&lt;font&gt;Termelétricas &lt;/font&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;         &lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;p style="text-align: justify;"&gt;Em uma coisa, Martinez, Goldemberg e Pinguelli concordam plenamente: a opção de usar termelétricas a carvão, levantada por alguns críticos à postura do Ministério do Meio Ambiente sobre as hidrelétricas, não pode sequer ser levada a sério. Em primeiro lugar, porque esse tipo de usina é altamente poluente, e aumenta os efeitos do aquecimento global. Em segundo, porque não é inteligente investir em carvão no momento.&lt;br /&gt;     &lt;br /&gt;“Não acredito que um dia o petróleo vá acabar. Ele simplesmente vai ficar tão caro que não vai poder ser usado mais. O mesmo vai acontecer com o carvão. Não vale a pena investir nisso”, diz Martinez.&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;p style="text-align: justify;"&gt;Fonte: G1&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6095521935760362721-4908444535518249734?l=energiacc.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://energiacc.blogspot.com/feeds/4908444535518249734/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=6095521935760362721&amp;postID=4908444535518249734' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6095521935760362721/posts/default/4908444535518249734'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6095521935760362721/posts/default/4908444535518249734'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://energiacc.blogspot.com/2007/06/investimento-nuclear-questo-estratgica.html' title='Investimento nuclear é questão estratégica'/><author><name>Mário Araújo Neto</name><uri>http://www.blogger.com/profile/08910684122403625927</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6095521935760362721.post-8819051214475365818</id><published>2007-05-29T05:35:00.000-07:00</published><updated>2007-05-29T07:30:16.750-07:00</updated><title type='text'>Dia Mundial da Energia</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Hoje se comemora o dia mundial da energia! Surpreendentemente, no tempo das "&lt;span style="font-style: italic;"&gt;verdades inconvenientes&lt;/span&gt;" acerca do aquecimento global (que parece ter esquecido de Portugal), a data passa despercebida pelos meios de comunicação em todo o mundo.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;Apesar dos elevados preços do petróleo e do gás, o ’Energy Outlook 2007’ refere que a procura mundial de energia vai continuar a aumentar. As previsões apontam que oconsumo mundial de energia vai crescer 57% entre 2004 a 2030, sobretudo através da procura dos países fora da Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Económicos (OCDE).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O dia mundial da energia passaria por mim também, não fosse o único leitor desse blog ter-me lembrado. Obrigado António Santos pela lembrança! É inspirado nesse &lt;span style="font-weight: bold;"&gt;engenheiro/surfista do Dique de Cabedelo&lt;/span&gt; que posto hoje algumas reflexões sobre a energia das ondas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A geração de energia elétrica a partir das ondas do mar ainda não se encontra num estágio competitivo economicamente. Existem vários tipos de sistemas de aproveitamento, em diversos níveis de desenvolvimento, o que eleva em muito as incertezas acerca de qual delas será a mais vantajosa técnica e economicamente. No entanto, dada a evolução do setor energético europeu e a popularização das fontes renováveis de energia, têm-se observado um crescente interesse nesse tipo de aproveitamento energético, e Portugal tenta tomar a ponta nesse campo com o projeto da Ilha do Pico nos Açores.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O projeto na ilha do Pico é da tecnologia Coluna de Água Oscilante e funciona como representado na figura abaixo:&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://1.bp.blogspot.com/_mZB5lDEP9Uk/RlwtE2yvuxI/AAAAAAAAAig/N4dRqSbSz5g/s1600-h/sala3_28.gif"&gt;&lt;img style="margin: 0px auto 10px; display: block; text-align: center; cursor: pointer;" src="http://1.bp.blogspot.com/_mZB5lDEP9Uk/RlwtE2yvuxI/AAAAAAAAAig/N4dRqSbSz5g/s320/sala3_28.gif" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5069976841963420434" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="font-size:78%;"&gt;Fonte: Associação Bandeira Azul da Europa&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size:78%;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Abaixo encontra-se um quadro resumo das várias tecnologias de energia das ondas com as respectivas empresas promotoras:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://2.bp.blogspot.com/_mZB5lDEP9Uk/Rlw3oGyvuzI/AAAAAAAAAiw/GklFFY1ujjs/s1600-h/tecnologias+energias+das+ondas.JPG"&gt;&lt;img style="margin: 0px auto 10px; display: block; text-align: center; cursor: pointer;" src="http://2.bp.blogspot.com/_mZB5lDEP9Uk/Rlw3oGyvuzI/AAAAAAAAAiw/GklFFY1ujjs/s400/tecnologias+energias+das+ondas.JPG" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5069988442670086962" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;Estima-se que o potencial energético no Brasil cresça de 15 a 33kW/m ao longo da costa desde São Mateus no Espírito Santo até Porto Alegre no Rio Grande do Sul. Isso significa que em cada metro de frente de onda passa a potência de 33kW ou ainda em 1km de frente de onda tem-se 33MW. Já em Portugal, o potencial energético cresce de aproximadamente 33 até 46kW/m ao longo da costa do sul para o norte, um valor bastante apreciável!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Para saber mais sobre a energia das ondas visite a página do &lt;a href="http://www.neo.aaualg.pt/Energiadasondas.htm"&gt;Núcleo de Estudantes de Oceanografia&lt;/a&gt; da Universidade dos Açores.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6095521935760362721-8819051214475365818?l=energiacc.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://energiacc.blogspot.com/feeds/8819051214475365818/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=6095521935760362721&amp;postID=8819051214475365818' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6095521935760362721/posts/default/8819051214475365818'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6095521935760362721/posts/default/8819051214475365818'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://energiacc.blogspot.com/2007/05/dia-mundial-da-energia.html' title='Dia Mundial da Energia'/><author><name>Mário Araújo Neto</name><uri>http://www.blogger.com/profile/08910684122403625927</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://1.bp.blogspot.com/_mZB5lDEP9Uk/RlwtE2yvuxI/AAAAAAAAAig/N4dRqSbSz5g/s72-c/sala3_28.gif' height='72' width='72'/><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6095521935760362721.post-7607656385268667489</id><published>2007-05-28T02:19:00.000-07:00</published><updated>2007-05-31T05:13:40.202-07:00</updated><title type='text'>Estado apóia instalação da primeira usina eólica da PB</title><content type='html'>&lt;table class="contentpaneopen"&gt;&lt;tbody&gt;&lt;tr&gt;&lt;td class="contentheading" width="100%"&gt;             &lt;br /&gt;&lt;/td&gt;         &lt;script language="javascript" type="text/javascript"&gt;     &lt;!--     document.write('&lt;td align="right" width="100%" class="buttonheading"&gt;');     document.write('&lt;a href="#" onclick="javascript:window.print(); return false;" title="Imprimir"&gt;');     document.write('&lt;img src="http://www.paraiba.pb.gov.br/images/M_images/printButton.png" alt="Imprimir" name="Imprimir" align="middle" border="0" /&gt;');     document.write('&lt;/a&gt;');     document.write('&lt;/td&gt;');     //--&gt;     &lt;/script&gt;&lt;td class="buttonheading" align="right" width="100%"&gt;&lt;a href="http://www.paraiba.pb.gov.br/index2.php?option=com_content&amp;task=view&amp;amp;amp;amp;id=23410&amp;pop=1&amp;amp;page=0&amp;Itemid=2#" onclick="javascript:window.print(); return false;" title="Imprimir"&gt;&lt;img src="http://www.paraiba.pb.gov.br/images/M_images/printButton.png" alt="Imprimir" name="Imprimir" align="middle" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/td&gt;         &lt;/tr&gt;     &lt;/tbody&gt;&lt;/table&gt;              &lt;table class="contentpaneopen"&gt;&lt;tbody&gt;&lt;tr&gt;    &lt;td colspan="2" class="createdate" valign="top"&gt;&lt;br /&gt;          &lt;/td&gt;    &lt;/tr&gt;         &lt;tr&gt;    &lt;td colspan="2" valign="top"&gt;     &lt;div class="mosimage" style="border-width: 1px; padding: 3px; float: left; width: 123px;"&gt;&lt;a target="_blank" href="http://www.paraiba.pb.gov.br/images/stories/2007/usina_eolica.jpg" onclick="MosImageExt_popup('images/stories/2007/usina_eolica.jpg','300','206','Serão instalados 45 aerogeradores de energia','bottom',''); return false;"&gt;&lt;img src="http://www.paraiba.pb.gov.br/images/stories/2007/usina_eolica.jpg" alt="Ampliar" title="Ampliar" class="bordaimg" style="" height="82" hspace="0" width="120" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;div class="mosimage_caption" style="" align=""&gt;Serão instalados 45 aerogeradores de energia&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Governo do Estado se empenha por instalação da primeira usina eólica da Paraíba.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;p style="text-align: justify;"&gt;O Governo do Estado oferecerá incentivos fiscais sobre o ICMS e apoio, através da Sudema, do DER e do Interpa a empresários alemães e austríacos que estão investindo na instalação da Usina Eólica Vale dos Ventos, nos municípios litorâneos de Mataraca e Rio Tinto. O empreendimento é da Pacific Hydro Internacional, empresa Australiana especializada em energia renovável obtida de água e ventos. &lt;/p&gt;&lt;p style="text-align: justify;"&gt;A Vale dos Ventos Central Geradora S/A, terá potência de 45 Mega Watts. Serão instalados 45 aerogeradores de energia. A Pacific Hydro Internacional, chegou ao mercado brasileiro com a aquisição em 100% da SÉS – Soluções de Energias Sustentáveis Ltda, com sede em Natal-RN.&lt;/p&gt;&lt;p style="text-align: justify;"&gt;Os empresários estão firmando parceria com o Governo do Estado, no sentido de viabilizar o empreendimento que além de energia eólica, limpa, sem agredir o meio ambiente, vai gerar empregos.&lt;/p&gt;&lt;p style="text-align: justify;"&gt;Na tarde desta terça-feira (15), o secretário chefe da Casa Civil, Carlos Dunga, manteve reunião com diretor da Pacific Hydro, Ralf Kynast, e o gerente de Desenvolvimento, Fabiano Nagashima. O Instituto de Terras da Paraíba fará avaliação técnica para efeito de indenização das propriedades atingidas pela Usina de Energia Eólica Vale dos Ventos e sua respectiva linha de transmissão localizada em Mataraca e Rio Tinto.&lt;/p&gt;&lt;p style="text-align: justify;"&gt;O Governo do Estado solicitará ao Departamento Nacional de Infra-Estrutura em Transportes (Dnit) a concessão de faixa de utilização na BR-101, quilômetros 27 e 33. O Departamento de Estradas e Rodagens da Paraíba, por sua vez, vai procurar fazer o mesmo em relação à PB-065, estrada Millenium. Nesses dois trechos a Linha de Transmissão (LT) seguirá às margens das respectivas rodovias.&lt;/p&gt;&lt;p style="text-align: justify;"&gt;A Pacific Hydro também pleiteia junto ao Governo do Estado o empenho da Sudema na análise do projeto para licenciamento prévio e de instalação da LT e emissão da licença de desmatamento para a implantação da UEE e LT. Ao IBAMA está sendo solicitado pelo Grupo Pacific Hydro a análise do impacto em área de amortecimento na reserva dos Guaíras bem como chegada à subestação Rio Tinto, que está dentro de uma APA – Área de Preservação Ambiental.&lt;/p&gt;&lt;p style="text-align: justify;"&gt;Fonte: www.paraiba.gov.br&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;/tbody&gt;&lt;/table&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6095521935760362721-7607656385268667489?l=energiacc.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://energiacc.blogspot.com/feeds/7607656385268667489/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=6095521935760362721&amp;postID=7607656385268667489' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6095521935760362721/posts/default/7607656385268667489'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6095521935760362721/posts/default/7607656385268667489'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://energiacc.blogspot.com/2007/05/estado-apia-instalao-da-primeira-usina.html' title='Estado apóia instalação da primeira usina eólica da PB'/><author><name>Mário Araújo Neto</name><uri>http://www.blogger.com/profile/08910684122403625927</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6095521935760362721.post-962724717092140940</id><published>2007-05-22T03:38:00.000-07:00</published><updated>2007-05-22T04:50:05.183-07:00</updated><title type='text'>Assim fica difícil...</title><content type='html'>&lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-indent: 0.5in;"&gt;&lt;span lang="PT"&gt;Em 2003 o novo governo brasileiro lançou o programa "Luz Para Todos" tendo como objetivo antecipar para 2008 as metas (estipuladas pela ANEEL para 2015) da universalização do acesso aos serviços de eletricidade. O programa é financiado com recursos provenientes da Conta de desenvolvimento energético - CDE e da Reserva Global de Reversão - RGR que são encargos pagos por empresas do setor elétrico e imbutidos na tarifa de eletricidade paga pelos consumidores. &lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-indent: 0.5in;"&gt;&lt;span lang="PT"&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-indent: 0.5in;"&gt;&lt;span lang="PT"&gt;A CDE é um encargo setorial, estabelecido em lei, e pago pelas empresas de distribuição, cujo valor anual é fixado pela ANEEL com a finalidade de prover recursos para o desenvolvimento energético dos estados, para &lt;b&gt;viabilizar a competitividade da energia produzida a partir de fontes eólicas (vento), pequenas usinas hidrelétricas, biomassa&lt;/b&gt;, &lt;span style="font-weight: bold;"&gt;gás natural e carvão mineral&lt;/span&gt; nas áreas atendidas pelos sistemas elétricos interligados, e levar o serviço de energia elétrica a todos os consumidores do território nacional (universalização).&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-indent: 0.5in;"&gt;&lt;span lang="PT"&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-indent: 0.5in;"&gt;&lt;span lang="PT"&gt;A RGR é um encargo pago mensalmente pelas empresas de energia elétrica, com a finalidade de prover recursos para reversão e/ou encampação, dos serviços públicos de energia elétrica. Tem, também, destinação legal para financiar a expansão e melhoria desses serviços, bem como &lt;b&gt;financiar fontes alternativas de energia elétrica&lt;/b&gt; para estudos de inventário e viabilidade de aproveitamentos de novos potenciais hidráulicos, e para desenvolver e implantar programas e projetos destinados ao &lt;span style="font-weight: bold;"&gt;combate ao desperdício e uso eficiente da energia elétrica&lt;/span&gt;.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-indent: 0.5in;"&gt;&lt;span lang="PT"&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-indent: 0.5in;"&gt;&lt;span lang="PT"&gt;Segundo cálculos ilustrativos da “Agenda Elétrica Sustentável 2020” da ONG WWF, com o dinheiro que foi parar no Ministério de Minas e Energia (ver notícia abaixo), daria para efetuar a troca de 100 geladeiras antigas por outra mais eficiente, o que resultaria em uma economia de 21 433MWh por ano. E isto "apenas" com R$ 100 mil! Dinheiro que coube dentro de um envelope pardo.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-indent: 0.5in;"&gt;&lt;span lang="PT"&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-indent: 0.5in;"&gt;&lt;span lang="PT"&gt;O alto custo de produção de energia através de fontes alternativas é o maior impedimento para a proliferação deste tipo de tecnologias no Brasil. Este impedimento só pode ser ultrapassado através de instrumentos de política que apoiem o uso destas fontes. É triste ver onde está indo parar este incentivo no Brasil.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="text-align: right; text-indent: 0.5in;"&gt;&lt;span lang="PT"&gt;Mário Araújo Neto&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-indent: 0.5in;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;&lt;b&gt;&lt;br /&gt;&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-indent: 0.5in;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;&lt;b&gt;"Tenho biografia a zelar", diz Rondeau após reunião de meia hora com Lula&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;O presidente Lula teve ontem de manhã em Assunção  uma reunião a sós, de cerca de  30 minutos, com Silas Rondeau. O ministro deixou o encontro muito abalado, segundo  apurou a Folha.  Anteontem à noite, Lula assistiu, no Paraguai, à reportagem do "Fantástico", da TV  Globo, com as gravações que  mostram uma integrante do  esquema desbaratado pela  Operação Navalha levando  uma mala que conteria R$ 100  mil ao ministério comandado  por Rondeau. O dinheiro seria  propina para que a construtora  Gautama fosse escolhida para  efetuar obras do programa  "Luz Para Todos", abrigado no  Ministério de Minas e Energia.&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt; No palácio do governo paraguaio, Lula se negou a falar sobre o caso de Rondeau, peça-chave da visita -ele assinou  um acordo de incentivo à produção de biococombustíveis no  Paraguai, antes de seguir para a  cerimônia de inauguração de  duas novas turbinas de Itaipu.&lt;br /&gt;A entrevista foi prematuramente interrompida. Só a Folha e dois jornalistas paraguaios puderam questionar Lula. A coletiva foi encerrada antes de uma quarta pergunta, que seria feita pela TV Record. Questionado sobre Rondeau, Lula afirmou: "Essa é uma das coisas que aprendi com o [ex-] presidente Chirac: a gente não discute problemas internos de um país quando está em outro.&lt;br /&gt;Daqui a três ou quatro horas estarei no lado brasileiro de Itaipu, e quem sabe aí vocês poderiam fazer quantas perguntas  quisessem sobre a Operação  Navalha". Em Foz do Iguaçu,  porém, ele não deu entrevistas.&lt;br /&gt;Rondeau falou com a imprensa nos dois lugares. Em Assunção, afirmou desconhecer  acusações contra ele. "Isso não  existe. Voltarei ao Brasil e tratarei disso lá." Disse ser vítima  vítima de um "prejulgamento",  que qualificou de "coisa horrível". Deixou em aberto a possibilidade de deixar o ministério.  "Acho isso um processo extremamente nocivo. Cabe realmente a todo ritual da Justiça  confirmar e esclarecer, mas  não posso me deixar envolver.&lt;br /&gt;Tenho uma história e uma biografia a zelar, que estão acima  do cargo, de tudo."&lt;br /&gt;Em Foz do Iguaçu, Rondeau  disse que marcou uma audiência com Lula para hoje. "Determinei uma auditoria especial e  estamos abrindo um processo  administrativo disciplinar. Se  houve incúria, os responsáveis  serão punidos."&lt;br /&gt;Responsável pela indicação  do ministro, o senador José  Sarney (PMDB-AP) o defendeu. "Considero as investigações de grande relevância. Mas  creio na inocência do Silas, ele  tem uma vida série e honesta."&lt;br /&gt;Amigos do ministro, porém,  levantam dúvidas sobre o inquérito da PF. Alegam que os  agentes trabalham somente  com suposições e que não há  nenhuma prova contra ele.&lt;br /&gt;O ministro Tarso Genro  (Justiça), responsável pela PF,  afirmou que "não há nenhuma  prova física de entrega e de  comprometimento presencial  do ministro", contestando parte do relatório da polícia.&lt;br /&gt;Disse ainda não haver uma  lista de políticos com relação de  propinas. Segundo ele, a relação encontrada pela PF nos escritórios da Gautama refere-se  a pessoas que receberam brindes da empreiteira.&lt;br /&gt;Durante seminário em Belo  Horizonte, os dois últimos antecessores de Lula defenderam  o afastamento de Rondeau. "O  presidente da República tem  que ser direto. Se tem gente que  é ministro e está sendo questionado, tem que tomar medidas",  afirmou Fernando Henrique  Cardoso. "Caberia ao ministro  sair, se defender fora do governo e, inocente, voltar", disse  Itamar Franco.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Fonte: Agência Folha&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6095521935760362721-962724717092140940?l=energiacc.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://energiacc.blogspot.com/feeds/962724717092140940/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=6095521935760362721&amp;postID=962724717092140940' title='3 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6095521935760362721/posts/default/962724717092140940'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6095521935760362721/posts/default/962724717092140940'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://energiacc.blogspot.com/2007/05/assim-fica-difcil_22.html' title='Assim fica difícil...'/><author><name>Mário Araújo Neto</name><uri>http://www.blogger.com/profile/08910684122403625927</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>3</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6095521935760362721.post-2255866812349629483</id><published>2007-05-04T03:36:00.001-07:00</published><updated>2007-05-04T03:36:58.730-07:00</updated><title type='text'>Lula mostra simpatia por energia nuclear</title><content type='html'>&lt;h1&gt;&lt;br /&gt;&lt;!--/TITULO--&gt; &lt;/h1&gt; &lt;!--TEXTO--&gt; &lt;b&gt;KENNEDY ALENCAR&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;Colunista &lt;b&gt;Folha Online&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O embate interno do governo sobre fornecimento de energia levou o presidente Luiz Inácio Lula da Silva a pedir estudos a respeito de tecnologia nuclear. Em recente exposição, ele ouviu o seguinte de técnicos da Marinha e do Ministério da Ciência e Tecnologia: a produção de energia elétrica a partir de energia nuclear é muito mais segura hoje do que há 20 anos, além de ser a única fonte que poderia atender à crescente demanda mundial sem aumentar o efeito estufa.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Isso significa que Lula passará a construir várias usinas nucleares ainda em seu mandato? Dificilmente, apesar de Angra 3 integrar o PAC (Programa de Aceleração do Crescimento).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O presidente pediu mais estudos para que essa fonte de energia seja adotada de forma crescente no longo prazo. Não é pouco. É uma decisão estratégica. Caberá à sociedade discutir sua correção e conveniência.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Os técnicos disseram a Lula que após o acidente de Chernobyl (Ucrânia), em abril de 1986, a segurança de usinas nucleares melhorou bastante. Na França, a maior parte da energia elétrica vem desse tipo de fonte.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O lixo atômico continua a ser um problema, mas em menor escala, dizem os técnicos. Há tecnologia para sua estocagem e redução de potencial de dano em caso de acidente.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A grande maioria dos ambientalistas vê com reserva esse tipo de fonte de energia, mas a realidade planetária pede uma discussão mais ponderada e livre dos preconceitos que o próprio presidente admitiu que tinha.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;!--HR--&gt;&lt;div class="star"&gt;&lt;hr /&gt;&lt;/div&gt;&lt;!--/HR--&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;Agosto é o limite&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O debate sobre o fornecimento de energia é o tema mais polêmico do PAC (Programa de Aceleração do Crescimento). Lula tomou partido dos ministros Dilma Rousseff (Casa Civil) e Silas Rondeau (Minas e Energia) na disputa com a ministra do Meio Ambiente, Marina Silva, a respeito de duas usinas hidrelétricas do rio Madeira (RO). Elas são Jirau e Santo Antônio. Juntas, produzirão 6.450 MW --a maior obra de energia do PAC.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O estudo que fez a cabeça de Lula se chama "Análise das Condições de Atendimento do Sistema Interligado Nacional 2007-2016". Foi apresentado por Silas Rondeau a Lula, Dilma e Marina.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Após a reunião, o presidente refletiu e cobrou de Marina as licenças ambientais para a construção das usinas do rio Madeira. A ministra está fazendo aquele discurso de quem sai de uma briga derrotada e ainda precisa ficar esbravejando, para não pegar mal.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Para que as usinas estejam prontas até 2012, o prazo-limite, na opinião do governo, para o início das obras deve ser agosto deste ano. Silas falou em maio para colocar mais pressão sobre Marina. O jogo já está combinado, apesar do discurso oficial.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Uma das principais preocupações do empresariado para investir é a garantia de fornecimento de energia. No estudo apresentado por Silas, estima-se uma média de 4,9% de crescimento anual do PIB (Produto Interno Bruto) entre 2006 e 2016. Se os empresários avaliarem que faltará energia, poderão segurar investimentos, e o PIB poderá crescer menos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Lula comprou o diagnóstico da dupla Dilma-Silas. Segundo os dois, sem as usinas do rio Madeira, o Brasil teria de recorrer a tecnologias de produção de energia elétrica mais caras e mais poluentes.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;!--HR--&gt;&lt;div class="star"&gt;&lt;hr /&gt;&lt;/div&gt;&lt;!--/HR--&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;Nó ambiental&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Atualmente, o Brasil joga na atmosfera por ano 40 milhões de toneladas de CO2. Segundo o estudo de Silas, com as usinas do Madeira, o Brasil passará a jogar 106 milhões de toneladas por ano em 2016, porque, mesmo assim, o país terá de recorrer a fontes poluentes para suprir a sua demanda (termelétricas, por exemplo, que serão construídas).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Sem essas duas usinas, diz o governo, o número subiria para 180 milhões de toneladas/ano. Se houver interrupção de construção de novas hidrelétricas ou de modernização dessas usinas, a emissão anual passaria para 283 milhões de toneladas de CO2. Obviamente, são cenários que vão de preocupantes a insustentáveis.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;!--HR--&gt;&lt;div class="star"&gt;&lt;hr /&gt;&lt;/div&gt;&lt;!--/HR--&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;Fontes Alternativas&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;De acordo com estudos do governo, o Brasil tem, no médio prazo, um potencial de produção de 180 mi MWs a partir de hidrelétricas. O custo médio do MWh sai por R$ 125. A chamada biomassa tem um potencial de 9MWs (R$ 135 de custo médio por MWh). O potencial da eólica é de 140 mil MWs, mas o custo, hoje, é alto: cerca de R$ 200 por MWh. Em energia nuclear, os dados são 20 mil MWs a R$ 140. Em carvão mineral, 28 mil MWs e R$ 140.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ou seja, o barato é também poluente. O não-poluente, como a fonte eólica, é caro.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;É importante investir em tecnologia para baratear o custo de alternativas não-poluentes ou menos poluentes. Mas o resultado só deverá ser obtido no longo prazo. Até lá, o Brasil, que deseja crescer a taxas mais vigorosas, tem um problema de fornecimento a sanar.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6095521935760362721-2255866812349629483?l=energiacc.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://energiacc.blogspot.com/feeds/2255866812349629483/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=6095521935760362721&amp;postID=2255866812349629483' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6095521935760362721/posts/default/2255866812349629483'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6095521935760362721/posts/default/2255866812349629483'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://energiacc.blogspot.com/2007/05/lula-mostra-simpatia-por-energia.html' title='Lula mostra simpatia por energia nuclear'/><author><name>Mário Araújo Neto</name><uri>http://www.blogger.com/profile/08910684122403625927</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6095521935760362721.post-125408013888318125</id><published>2007-05-04T03:01:00.000-07:00</published><updated>2007-05-04T03:14:31.059-07:00</updated><title type='text'>Lula defende energia nuclear como opção à hidrelétrica</title><content type='html'>&lt;p&gt;&lt;strong id="brtpOlho"&gt;Por Marcelo Teixeira SÃO PAULO (Reuters) - O presidente Luiz Inácio Lula da Silva afirmou nesta quinta-feira que a energia nuclear será a alternativa para o Brasil se obstáculos para a construção de novas hidrelétricas não puderem ser superados a tempo. &lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;        &lt;span id="brtpTexto"&gt;&lt;p&gt;'Ou fazemos as hidrelétricas que temos que fazer, ou nós vamos entrar na era da energia nuclear', disse o presidente durante inauguração de complexo hidrelétrico da Companhia Vale do Rio Doce e parceiras em Minas Gerais.&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;'E quero dizer que não tenho nenhuma dúvida para fazer debates e enfrentamentos que tiver que fazer. Se necessário, vamos fazer energia nuclear, que esse país não pode ficar sem energia.'&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;Os comentários do presidente alimentam a polêmica existente no governo entre alas que defendem cautela nos projetos de desenvolvimento, devido a eventuais prejuízos ao meio ambiente, e setores que querem acelerar projetos em diversas áreas.&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;A reestruturação do Ibama, há alguns dias, foi criticada por ambientalistas, que enxergaram na ação uma mostra de que o governo federal está buscando reduzir o poder do órgão de interferir no desenvolvimento de vários projetos, incluindo os de novas hidrelétricas.&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;Lula afirmou que outras alternativas para a eventual insuficiência de empreendimentos hidrelétricos, como a energia gerada por termelétricas ou mesmo a energia eólica, são muito caras e o Brasil não dispõe de matéria-prima suficiente para as térmicas, que além do mais são poluentes.&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;'Nós não podemos ficar dependendo de gás que nós não temos. Precisamos pensar que tipo de energia teremos em nossa matriz', afirmou o presidente.&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;'Todo mundo sabe dos problemas que temos que enfrentar, o legal, o ambiental. Estamos com duas grandes usinas no rio Madeira, e estamos trabalhando de forma intensa para vencer os obstáculos que se apresentam', acrescentou.&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;A evolução dos procedimentos necessários para a construção do complexo do rio Madeira, considerado fundamental para o fornecimento futuro de energia no Brasil, tem sido afetada principalmente por questões ambientais.&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;Há disputa no governo entre áreas que defendem maior velocidade no projeto e outras que querem cautela devido ao impacto ambiental na região amazônica.&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6095521935760362721-125408013888318125?l=energiacc.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://energiacc.blogspot.com/feeds/125408013888318125/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=6095521935760362721&amp;postID=125408013888318125' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6095521935760362721/posts/default/125408013888318125'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6095521935760362721/posts/default/125408013888318125'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://energiacc.blogspot.com/2007/05/lula-defende-energia-nuclear-como-opo.html' title='Lula defende energia nuclear como opção à hidrelétrica'/><author><name>Mário Araújo Neto</name><uri>http://www.blogger.com/profile/08910684122403625927</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6095521935760362721.post-4833131603378678610</id><published>2007-05-04T02:49:00.001-07:00</published><updated>2007-05-04T02:49:36.217-07:00</updated><title type='text'>INCERTEZAS ELEVAM PREÇOS NO MERCADO LIVRE</title><content type='html'>&lt;table border="0" cellpadding="0" cellspacing="0" width="100%"&gt;&lt;tbody&gt;&lt;tr&gt;&lt;td&gt;&lt;span style="font-size: 18px;font-family:verdana;color:#0259aa;"  &gt;&lt;b&gt;&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/td&gt;     &lt;/tr&gt;   &lt;tr&gt;&lt;td background="imagens/fundoPonto.gif" height="1"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;   &lt;tr&gt;         &lt;td align="left"&gt;&lt;span style="font-size: 11px;font-family:verdana;color:#5a5a5a;"  &gt;&lt;b&gt;Maurício Capela e Samantha Maia&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/td&gt;   &lt;/tr&gt;     &lt;tr&gt;        &lt;td align="left"&gt;&lt;span style="font-size: 11px;font-family:verdana;color:#5a5a5a;"  &gt;&lt;b&gt;    Valor Econômico    &lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/td&gt;   &lt;/tr&gt;   &lt;tr&gt;    &lt;td align="right"&gt;&lt;span style="font-size: 12px;font-family:verdana;" &gt;3/5/2007&lt;/span&gt;&lt;/td&gt;   &lt;/tr&gt;     &lt;tr&gt;&lt;td height="20"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;     &lt;tr&gt;&lt;td style="text-indent: 30pt; text-align: justify;"&gt;&lt;p&gt;&lt;span style="font-size: 12px;font-family:verdana;" &gt;A instabilidade ainda não tomou conta do setor de energia no Brasil, mas a dúvida sim. Sem a licitação de um grande empreendimento hidrelétrico e com a mudança de postura da Bolívia em relação ao fornecimento do gás natural no último ano, é cada vez mais difícil garantir que o país não passará por um novo racionamento de energia até o fim da década. E à medida que o nível de incerteza sobe entre os agentes do setor, a cotação do megawatt hora (MWh) comercializado no mercado livre também sobe, apesar de não se acreditar em explosão de preços.  &lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;span style="font-size: 12px;font-family:verdana;" &gt;"Existe uma volatilidade grande no mercado e como a perspectiva entre oferta e demanda é apertada, logo o viés é de alta para os preços no mercado livre", afirma Paulo Cezar Tavares, vice-presidente de gestão de energia da CPFL Brasil, a comercializadora da holding CPFL Energia.  &lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;span style="font-size: 12px;font-family:verdana;" &gt;De fato, os números mostram isso. Uma companhia que tenha hipoteticamente adquirido energia por meio de um contrato de um ano, iniciado em janeiro de 2005, teria desembolsado entre R$ 50 e R$ 60 por megawatt/hora (MWh), de acordo com as comercializadoras ouvidas pelo Valor. E caso tenha renovado o acordo em janeiro de 2006, teria pago entre R$ 60 e R$ 75 o MWh.  &lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;span style="font-size: 12px;font-family:verdana;" &gt;Um ano depois, em janeiro passado, a mesma empresa gastaria entre R$ 80 e R$ 90, praticamente o dobro do valor gasto no mercado à vista nas regiões Sudeste e Centro-Oeste do país, conforme dados da Câmara de Comercialização de Energia Elétrica (CCEE).  &lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;span style="font-size: 12px;font-family:verdana;" &gt;"Em dezembro de 2006, em alguns casos, o MWh chegou a ser negociado por R$ 115, mas em janeiro deste ano caiu para R$ 95", afirma o executivo da CPFL Brasil. "O aumento do preço da energia era previsto e não foi surpresa para ninguém. A tendência era que realmente ele subisse no mercado livre", afirma Ricardo Lisboa, sócio da comercializadora independente Delta.  &lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;span style="font-size: 12px;font-family:verdana;" &gt;O fato é que o preço do MWh subiu nos últimos anos porque, de fato, a energia andava barata. Com o fim do racionamento do insumo em 2001, havia uma oferta grande no mercado, o que propiciou preços atraentes e boa economia. Tanto é que o mercado livre, além de ter proporcionado uma economia de R$ 2,6 bilhões para quem operava nele em 2005, já representa perto de 26% do mercado total.  &lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;span style="font-size: 12px;font-family:verdana;" &gt;Quem firmou contratos de longo prazo, com duração até 2015, conseguiu economizar em 2003, por exemplo, 50% se comparado ao valor do MWh no mercado cativo e 40% em 2005, de acordo com dados da CPFL Brasil.  &lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;span style="font-size: 12px;font-family:verdana;" &gt;"Agora, quem fizer um contrato de longo prazo, vigorando a partir de 2008, muito provavelmente pagará entre R$ 110 e R$ 130 o MWh", diz Renato Volponi, diretor da Enertrade, comercializadora da Energias do Brasil, holding controlada pela portuguesa EDP. De acordo com o executivo, a atual sobra de energia que está ao redor de 5 mil megawatts médios fomenta a alta do valor no mercado livre.  &lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;span style="font-size: 12px;font-family:verdana;" &gt;"Para mim, está claro que não se venderá energia no mercado livre mais a R$ 50 o MWh, mas também engana-se quem acredita que poderá alcançar R$ 300 por cada MWh, porque por esse preço ninguém compra o insumo", afirma Marcelo Parodi, co-presidente da comercializadora independente Comerc.  &lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;span style="font-size: 12px;font-family:verdana;" &gt;Parodi fala com a autoridade de quem realizou 11 leilões de energia entre 2003 e 2005 no mercado livre. Tanto que negociou 850 megawatts médios neste período, o que equivale ao consumo de todas as residências do Estado de Minas Gerais por cerca de doze meses.  &lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;span style="font-size: 12px;font-family:verdana;" &gt;Para o empresário da Comerc, o gerador se baseia em três fatores na hora de formatar o preço. A saber: o valor praticado nos leilões do governo para as distribuidoras, o comportamento do preço no mercado à vista - que, por exemplo, estava a R$ 17 no início do ano e hoje está próximo dos R$ 50 - e a cotação das tarifas no setor cativo. Tanto que Parodi arrisca até um preço-teto para o mercado livre de energia no futuro, considerando a incerteza de oferta: de R$ 120 a R$ 125 o MWh.  &lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;span style="font-size: 12px;font-family:verdana;" &gt;No entanto, a subida de valores da energia no mercado livre também corre o risco de perder fôlego. Primeiro, porque basta ocorrer uma licitação de uma grande hidrelétrica para que o risco diminua e, depois, porque o mercado deverá acolher bem as últimas notícias sobre a ação da Petrobras na questão do gás natural. Além disso, a situação dos reservatórios no país andam confortáveis. Segundo o Operador Nacional do Sistema Elétrico (ONS), a energia armazenada neles está entre 83% e 99%.  &lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;span style="font-size: 12px;font-family:verdana;" &gt;Na última semana, por exemplo, a Petrobras anunciou que fechou contrato com a norueguesa Golar LNG para fretar as embarcações para os terminais de Gás Natural Liquefeito (GNL) da Baía da Guanabara, no Rio de Janeiro, e de Pecém, no Ceará, a um custo de US$ 90 milhões por ano. Com previsão para entrar em operação, pelo menos uma delas, no primeiro semestre de 2008, as operações terão capacidade de regaseificar 21 milhões de metros cúbicos diários.  &lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;span style="font-size: 12px;font-family:verdana;" &gt;Ao mesmo tempo, a Petrobras sacramentou acordo com primeiro fornecedor de GNL ao assinar "acordo de intenções" com a nigeriana Nigerian LNG para a compra de GNL no mercado livre a partir de abril de 2008. Também firmou um "acordo de confidencialidade" com a Oman LNG, com o mesmo objetivo, e informa que tem intenções de negociar outros contratos com empresas da Argélia em maio deste ano.  &lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;span style="font-size: 12px;font-family:verdana;" &gt;"Particularmente, não acredito em apagão. E é bem possível que o mercado possa se acalmar se houver boas notícias de GNL", diz o executivo da Enertrade.  &lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;span style="font-size: 12px;font-family:verdana;" &gt;&lt;strong&gt;Acordo define regras para termelétricas &lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;span style="font-size: 12px;font-family:verdana;" &gt;A Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) e a Petrobras deram um passo importante para dar mais segurança ao setor de energia no Brasil. Ontem, a agência e a estatal firmaram um termo de compromisso que estabelece um cronograma de oferta de combustíveis - especialmente gás natural - para as 24 usinas termelétricas das regiões Sul, Sudeste, Centro-Oeste e Nordeste do país entre 2007 e 2011.  &lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;span style="font-size: 12px;font-family:verdana;" &gt;Este termo de compromisso é o desfecho da queda de braço iniciada em meados do ano passado, quando o Operador Nacional do Sistema (ONS) tentou usar as termelétricas a plena capacidade e não conseguiu por falta de gás natural. Pelos cálculos iniciais, em outubro de 2006, o problema reduziu a geração de energia em 2.888 MW médios, o suficiente para abastecer 15,5 milhões de residências durante um ano. E em 19 de setembro de 2006, a Aneel estabeleceu que deveria ser informada sobre a real disponibilidade de combustível. A retirada das térmicas a gás da conta de oferta de energia - determinada posteriormente pela Aneel - teve implicações para os cálculos de risco de apagão e também para o preço futuro do insumo.  &lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;span style="font-size: 12px;font-family:verdana;" &gt;De acordo com a agência, a validade do documento firmado ontem está condicionada à publicação de portaria do Ministério de Minas e Energia. E a medida deverá trazer, inclusive, a redução do valor das garantias físicas dessas usinas. Ainda que a estatal também informe que o acordo será apreciado por uma reunião envolvendo a sua diretoria, conforme disse ao Valor a assessoria de imprensa da Petrobras, o termo já tem suas diretrizes definidas.  &lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;span style="font-size: 12px;font-family:verdana;" &gt;Uma delas, inclusive, diz respeito aos termos de multa se não houver cumprimento do termo. Em caso de a Petrobras não fornecer o combustível para as termelétricas, a Aneel poderá aplicar uma penalidade, que será calculada com base na diferença entre a potência despachada e a potência disponível, multiplicada pelo tempo em que o empreendimento ficou sem insumo e por um percentual crescente do valor máximo da energia vendida no mercado à vista.  &lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;span style="font-size: 12px;font-family:verdana;" &gt;Além disso, a Aneel explica que os 24 empreendimentos terão disponibilidade média de 2,2 mil megawatts médios (MW médios) no primeiro semestre de 2007, obedecendo portanto a uma programação do cronograma de oferta de combustíveis. Sendo assim, ficou estabelecido que esse montante deverá alcançar 6,74 mil MW médios no primeiro semestre de 2011.  &lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;span style="font-size: 12px;font-family:verdana;" &gt;No entanto, a agência terá total liberdade de "no período de vigência do termo de compromisso determinar ao Operador Nacional do Sistema Elétrico (ONS) a realização de testes, por meio da operação simultânea das termelétricas", diz o comunicado da Aneel enviado à impressa. E a agência informa que isso não se aplica somente a ela, também abrange a Petrobras que poderá solicitar esses testes desde que arque com os custos de geração. Das 24 usinas, 17 usarão gás natural e as outras sete demandarão outros combustíveis.  &lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;span style="font-size: 12px;font-family:verdana;" &gt;De acordo com o termo firmado ontem, serão feitos testes semestralmente, e o primeiro deve ocorrer em junho de 2007. E caso fique claro que existe indisponibilidade de geração de uma ou mais usinas por falta de combustível, a Petrobras poderá ser multada. E o descumprimento, por 60 dias consecutivos ou intercalados, do cronograma apresentado à Aneel, resultará no cancelamento do Termo de Compromisso e na retirada das usinas da programação do ONS. Segundo analistas, o termo fechado ontem entre a Aneel e a Petrobras é muito positivo. "O acordo é o compromisso firme que a Aneel pediu para que as termelétricas voltassem a ser consideradas no sistema nacional", diz Mário Veiga, da PRS Consultoria.  &lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;span style="font-size: 12px;font-family:verdana;" &gt;Para Veiga, esse formato trará segurança sobre a possibilidade de se poder contar com a operação das usinas termelétricas. "A pior coisa que pode haver para o setor é contar com termelétricas que não podem operar. Então o que vem sendo feito é negociar com a Petrobras para garantir tranqüilidade", diz. Mas a dúvida se as projeções são realistas ainda persiste, tanto que o consultor confia na seriedade da empresa e na existência de penalidades no acordo. "Imaginamos que agora a Petrobras vá detalhar como vai disponibilizar o gás", afirma Veiga.  &lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;span style="font-size: 12px;font-family:verdana;" &gt;Uma das possibilidades será investir em gás natural liquefeito (GNL) no Rio, uma opção que no entanto é mais cara, segundo o economista Adriano Pires, do Centro Brasileiro de Infra-estrutura (CBIE). "O único problema dessa saída é o preço, mas isso ainda é especulação, a Petrobras deverá apresentar seus planos. Mesmo assim, o acordo é uma decisão importante", diz. Para Marco Tavares, da consultoria Gas Energy, as metas firmadas no acordo são desafiadoras para a estatal. "Cumprir esse cronograma de fornecimento de gás vai exigir um esforço grande da Petrobras, pois há uma série de investimentos a serem feitos."&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;/tbody&gt;&lt;/table&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6095521935760362721-4833131603378678610?l=energiacc.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://energiacc.blogspot.com/feeds/4833131603378678610/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=6095521935760362721&amp;postID=4833131603378678610' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6095521935760362721/posts/default/4833131603378678610'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6095521935760362721/posts/default/4833131603378678610'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://energiacc.blogspot.com/2007/05/incertezas-elevam-preos-no-mercado.html' title='INCERTEZAS ELEVAM PREÇOS NO MERCADO LIVRE'/><author><name>Mário Araújo Neto</name><uri>http://www.blogger.com/profile/08910684122403625927</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6095521935760362721.post-6477643598243580131</id><published>2007-04-19T09:58:00.001-07:00</published><updated>2007-04-19T09:58:46.313-07:00</updated><title type='text'></title><content type='html'>&lt;table border="0" cellpadding="0" cellspacing="0" width="100%"&gt;&lt;tbody&gt;&lt;tr&gt;&lt;td&gt;&lt;span style="font-size: 18px;font-family:verdana;color:#0259aa;"  &gt;&lt;b&gt;Só aborrecimentos para o Brasil na cúpula de energia&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/td&gt;     &lt;/tr&gt;   &lt;tr&gt;&lt;td background="imagens/fundoPonto.gif" height="1"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;   &lt;tr&gt;         &lt;td align="left"&gt;&lt;span style="font-size: 11px;font-family:verdana;color:#5a5a5a;"  &gt;&lt;b&gt;Editorial&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/td&gt;   &lt;/tr&gt;     &lt;tr&gt;        &lt;td align="left"&gt;&lt;span style="font-size: 11px;font-family:verdana;color:#5a5a5a;"  &gt;&lt;b&gt;    Valor Econômico    &lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/td&gt;   &lt;/tr&gt;   &lt;tr&gt;    &lt;td align="right"&gt;&lt;span style="font-size: 12px;font-family:verdana;" &gt;19/4/2007&lt;/span&gt;&lt;/td&gt;   &lt;/tr&gt;     &lt;tr&gt;&lt;td height="20"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;     &lt;tr&gt;&lt;td style="text-indent: 30pt; text-align: justify;"&gt;&lt;p&gt;&lt;span style="font-size: 12px;font-family:verdana;" &gt;A única decisão tomada pela Primeira Cúpula de Energia da Comunidade Sul-Americana de Nações foi a de mudar o nome do bloco para União das Nações Sul-Americanas. Para a diplomacia brasileira e o presidente Luiz Inácio da Silva, a cúpula foi um exercício torturante de rejeitar todos os pratos indigestos que o anfitrião, o presidente venezuelano Hugo Chávez, havia preparado. O Brasil, em uma atitude pouco comum nestes encontros, falou claro e se opôs abertamente a Chávez, evitando fatos consumados, como a criação do Banco do Sul.  &lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;span style="font-size: 12px;font-family:verdana;" &gt;Com apoio de Equador, Bolívia e Venezuela e Argentina, Chávez preparou o roteiro para fazer da visita brasileira o marco inaugural da nova instituição financeira latino-americana. O governo brasileiro desautorizou a iniciativa bem antes de Lula desembarcar em Isla de Margarita para a cúpula. Já durante os encontros da reunião do Fundo Monetário Internacional, em Washington, Guido Mantega, avisara aos representantes dos demais países que não aceitaria a criação do banco sem uma discussão profunda e solução de consenso sobre seu caráter, suas finalidades e seu modo de operação.  &lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;span style="font-size: 12px;font-family:verdana;" &gt;O objetivo de Chávez, com apoio de Morales e Correa, era criar uma instituição para se contrapor ao FMI e ao Banco Mundial, algo que, por si só, é inútil. Venezuela, Argentina, Equador e Brasil nada devem ao Fundo. Esse espírito "anti-imperialista" permeia outra intenção, que é a de usar o banco para programas de ajuda aos países sócios sem metas de desempenho e a taxas camaradas. Para isso, o banco administraria parte das reservas internacionais, que estão crescendo em quase toda a região. O banco seria, na melhor das hipóteses, um fracasso financeiro e, na pior, um instrumento para o avanço do "socialismo" do século XXI.  &lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;span style="font-size: 12px;font-family:verdana;" &gt;A posição brasileira foi correta. O governo não acredita que seja necessária uma nova instituição e, em princípio, crê que com reforço dos organismos regionais, como a Corporacion Andina de Fomento, BNDES etc, pode-se fazer mais e melhor. O Brasil fez uma concessão aos demais sócios, que, porém, embarcaram na idéia e a conduziram para um caminho desvairado, que é preciso corrigir.  &lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;span style="font-size: 12px;font-family:verdana;" &gt;Da mesma forma, o Brasil usou de sua força de persuasão para impedir outro desvario, que é o de uma cúpula sobre energia condenar o etanol como fonte alternativa, ainda mais na presença do maior produtor mundial de álcool à base de cana. Excluir uma fonte renovável de energia como o etanol já é uma sandice, outra maior é fazê-lo em defesa do uso do petróleo, que abunda na Venezuela e é hoje sua única fonte de receita garantida. Não bastasse isso, diplomatas de países participantes afirmaram que o Brasil iria aderir à "Opep do gás", a tentativa de Chávez e Morales de criar mecanismos para fixar os preços do gás segundo conveniência dos produtores, em detrimento dos consumidores. O Brasil advertiu que dessa aventura também não participará.  &lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;span style="font-size: 12px;font-family:verdana;" &gt;O pesadelo ainda não tinha terminado quando o presidente boliviano, que quer comemorar a nacionalização do petróleo e do gás em grande estilo, no dia 1º de Maio, disse a Lula que seu país pretende pagar menos da metade pelas duas refinarias que pertencem à Petrobras (Folha de S. Paulo, 18 de abril). Talvez pensando em amaciar a dureza de sua posição, Morales afirmou que desta vez não recorreria ao uso de forças militares, ao contrário do que fez na nacionalização. Lula, desta vez, deixou um longo passado de conciliação com Morales para avisar a ele que considerava inaceitáveis as condições e que o Brasil cancelaria todos seus projetos futuros no país vizinho. Não se sabe se a advertência foi suficiente para demover Morales.  &lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;span style="font-size: 12px;font-family:verdana;" &gt;Em plena cúpula de energia, a atitude de Morales foi simbólica - indica a pouca disposição de vários participantes a encarar com seriedade a integração. Chávez agora saiu-se não mais com um, mas com três gasodutos. Ao caro e duvidoso projeto do Gasoduto do Sul, que cortaria a Amazônia e iria até o sul do Brasil, ele apontou como necessários o Gasoduto Transoceânico, ligando Atlântico ao Pacífico e o Transandino, que iria até a América Central. Longe de indicar soluções sensatas, a primeira cúpula de energia serviu para mostrar o quanto o abastecimento na região encontra-se ameaçado por uma letal mistura de voluntarismo, politicagem e leviandades. &lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;/td&gt;   &lt;/tr&gt;    &lt;tr&gt;       &lt;td&gt; &lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;/tbody&gt;&lt;/table&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6095521935760362721-6477643598243580131?l=energiacc.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://energiacc.blogspot.com/feeds/6477643598243580131/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=6095521935760362721&amp;postID=6477643598243580131' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6095521935760362721/posts/default/6477643598243580131'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6095521935760362721/posts/default/6477643598243580131'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://energiacc.blogspot.com/2007/04/s-aborrecimentos-para-o-brasil-na-cpula.html' title=''/><author><name>Mário Araújo Neto</name><uri>http://www.blogger.com/profile/08910684122403625927</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6095521935760362721.post-8803691834864162055</id><published>2007-04-17T04:25:00.000-07:00</published><updated>2007-04-17T04:26:06.529-07:00</updated><title type='text'>O Brasil e o aquecimento global</title><content type='html'>&lt;table border="0" cellpadding="0" cellspacing="0" width="100%"&gt;&lt;tbody&gt;&lt;tr&gt;&lt;td&gt;&lt;span style="font-size: 18px;font-family:verdana;color:#0259aa;"  &gt;&lt;b&gt;O Brasil e o aquecimento global&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/td&gt;     &lt;/tr&gt;   &lt;tr&gt;&lt;td background="imagens/fundoPonto.gif" height="1"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;   &lt;tr&gt;         &lt;td align="left"&gt;&lt;span style="font-size: 11px;font-family:verdana;color:#5a5a5a;"  &gt;&lt;b&gt;Artigo - José Goldemberg &lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/td&gt;   &lt;/tr&gt;     &lt;tr&gt;        &lt;td align="left"&gt;&lt;span style="font-size: 11px;font-family:verdana;color:#5a5a5a;"  &gt;&lt;b&gt;    O Estado de S. Paulo    &lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/td&gt;   &lt;/tr&gt;   &lt;tr&gt;    &lt;td align="right"&gt;&lt;span style="font-size: 12px;font-family:verdana;" &gt;16/4/2007&lt;/span&gt;&lt;/td&gt;   &lt;/tr&gt;     &lt;tr&gt;&lt;td height="20"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;     &lt;tr&gt;&lt;td style="text-indent: 30pt; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: 12px;font-family:verdana;" &gt;&lt;p&gt;O problema das mudanças do clima resultantes do aquecimento do planeta deixou de ser uma preocupação de acadêmicos e passou para o plano político. Importantes decisões deverão ser tomadas este ano para enfrentar o problema, e o Brasil não pode ficar ausente delas.A evidência científica de que a Terra está mais quente é insofismável; a temperatura média já subiu quase um grau centígrado no último século e, se nada for feito, subirá mais dois graus até o fim deste século. As conseqüências serão devastadoras. As mudanças de clima já se estão tornando evidentes no mundo todo e até tufões começaram a ocorrer no Sul do País. Segundo informações de pesquisadores do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe), o nível médio do Oceano Atlântico já subiu 40 centímetros nos últimos cem anos e subirá mais ainda neste século, ameaçando as regiões costeiras do País. O mais grave problema que nosso país vai enfrentar, contudo, é a “savanização” da Amazônia, que vai tornar-se mais seca e com isso se reduzirão ainda mais as chuvas no restante do País, sobretudo no Nordeste, que se tornará mais seco do que já é hoje.Todos os demais países do mundo estão começando a sofrer efeitos semelhantes, porque o aquecimento da Terra não respeita fronteiras. Emissões de gases que provocam o aquecimento da Terra, na China ou nos EUA (principalmente por causa da queima de combustíveis fósseis como carvão, petróleo e gás), contribuem da mesma forma que as emissões resultantes do desmatamento da Amazônia, que continuam elevadas, colocando o Brasil no quinto lugar entre os maiores emissores mundiais. Nesta questão é inútil procurar culpados, porque, em maior ou menor grau, somos todos os que estamos contribuindo para o problema.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;A Convenção do Clima assinada no Rio de Janeiro em 1992 e o Protocolo de Kyoto, em 1997, levaram os países industrializados a se comprometer a reduzir suas emissões, mas os outros grandes emissores, como a China, a Índia, a Indonésia e até o Brasil, ficaram livres desses compromissos, com a justificativa de que reduzir suas emissões prejudicaria seu desenvolvimento. A linguagem da Convenção do Clima, que criou “responsabilidades comuns, mas diferenciadas” entre os países industrializados e os países em desenvolvimento, sem dizer claramente quais são elas, tem, na prática, sido usada para encobrir a inação. Ela poderia até ser considerada razoável há 15 anos, mas o crescimento econômico da China tornou este país um emissor quase tão importante quanto os EUA. Poder-se-ia também argumentar que os grandes países em desenvolvimento (inclusive o Brasil) se estão tornando emissores importantes apenas há algumas décadas, enquanto os países industrializados já são grandes emissores desde o início do século 20. A posição inflexível dos países em desenvolvimento de não aceitarem nenhuma limitação nas suas emissões teve o efeito perverso de levar os EUA (maior emissor mundial) a se recusarem a aderir ao Protocolo de Kyoto enquanto China, Índia e os outros grandes emissores não aderissem também.Não é possível continuar a usar esta desculpa. É preciso agora enfrentar o problema com maturidade e fazer um novo acordo entre os grandes emissores para enfrentar o problema, após quase 15 anos de quase total imobilismo.A União Européia, sob a liderança de Angela Merkel, acaba de dar um passo importante nesse sentido, decidindo que até o ano 2020 o bloco europeu reduzirá suas emissões em 20%, o que será feito principalmente pelo aumento do uso de energia renovável (ventos, energia solar, biomassa e outros), que deverá atingir 20% da matriz energética européia, onde ela hoje representa apenas 6%. Lamentavelmente, a União Européia só responde por cerca de 15% das emissões, o que não resolve o problema.O Brasil liderou um movimento nessa direção na Conferência de Johannesburgo, na África do Sul, em 2002, propondo que a contribuição das energias renováveis, no mundo todo, aumentasse para 10% no ano 2010, o que não foi aprovado devido à resistência dos países produtores de petróleo, EUA e até alguns governos pouco esclarecidos da África.A situação, hoje, mudou porque há uma conscientização mais clara de que as mudanças climáticas terão enorme custo se nada for feito, como demonstrou claramente o Relatório Stern, preparado para o governo britânico.É preciso, pois, que o governo brasileiro retome a posição de vanguarda e liderança que teve em 2002 na África do Sul e se una à China, Índia e outros países do Grupo dos 77 para adotar medidas concretas juntamente com os países industrializados para reduzir as emissões mundiais. O Brasil poderia fazê-lo facilmente reduzindo o desmatamento da Amazônia, sem prejudicar o desenvolvimento econômico do País.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Há uma oportunidade excepcional para isso, que é a reunião do G-8 (as maiores economias dos países industrializados), em julho, em Berlim, à qual comparecerão como convidados os cinco grandes dos países em desenvolvimento (China, Índia, Brasil, África do Sul e México). Lá poderá ser feito um acordo para que todos os países, incluindo os EUA, assumam responsabilidades proporcionais às suas contribuições para o aquecimento global, abandonando a retórica, que se mostrou vazia, de “responsabilidades diferenciadas”. &lt;/p&gt;&lt;p&gt;A regra da proporcionalidade é usada para definir a contribuição financeira dos diversos países às instituições internacionais e poderia ser usada numa nova Convenção do Clima. Há formas de fazer isso que levam em conta as emissões feitas no passado. O essencial, neste momento, é tomar uma decisão política e orientar o Itamaraty para as negociações necessárias, como foi feito no período que antecedeu a Conferência do Clima de 1992, que só foi um sucesso devido à liderança que o Brasil exerceu na ocasião.&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;Fonte: Clipping Ministério do Planejamento&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;/tbody&gt;&lt;/table&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6095521935760362721-8803691834864162055?l=energiacc.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://energiacc.blogspot.com/feeds/8803691834864162055/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=6095521935760362721&amp;postID=8803691834864162055' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6095521935760362721/posts/default/8803691834864162055'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6095521935760362721/posts/default/8803691834864162055'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://energiacc.blogspot.com/2007/04/o-brasil-e-o-aquecimento-global.html' title='O Brasil e o aquecimento global'/><author><name>Mário Araújo Neto</name><uri>http://www.blogger.com/profile/08910684122403625927</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6095521935760362721.post-1112701256253743715</id><published>2007-03-27T09:00:00.000-07:00</published><updated>2007-03-27T09:01:29.135-07:00</updated><title type='text'>Fundador do Greenpeace defende energia nuclear</title><content type='html'>Fundador do Greenpeace defende energia nuclear&lt;br /&gt;JANAINA LAGE&lt;br /&gt;Folha de S. Paulo&lt;br /&gt;27/3/2007&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Para Patrick Moore, ambientalistas ainda vivem a mentalidade da Guerra Fria&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Energia atômica, combinada a fontes renováveis, é a única forma de garantir suprimento mundial, diz ambientalista&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Patrick Moore, um dos fundadores do Greenpeace, é hoje um dos principais defensores da energia nuclear. Em 1991, fundou uma consultoria, a Greenspirit, que trabalha em parceria com governos e empresas em projetos de equilíbrio entre necessidades econômicas e preservação ambiental.&lt;br /&gt;Em entrevista à Folha, Moore afirma que a resistência dos ambientalistas à energia nuclear é motivada por uma mentalidade típica da Guerra Fria. Para ele, o Brasil tem condições de se tornar líder no setor de álcool, mas deve procurar desenvolver em escala comercial a produção a partir do bagaço da cana para não se tornar um imenso canavial. Ele destaca que a produção a partir de alimentos como cana, milho e soja pode afetar negativamente a indústria alimentícia.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;FOLHA - O que o fez mudar de idéia em relação à energia nuclear?&lt;br /&gt;PATRICK MOORE - Cometemos um erro nos anos 70. Estávamos focados em armas e em guerras nucleares, preocupados com a possibilidade de a civilização e o ambiente serem destruídos pelo holocausto nuclear. Vejo que cometemos um erro ao incluir a energia nuclear como parte disso. Falhamos em distinguir o uso pacífico da tecnologia do destrutivo.&lt;br /&gt;Além disso, a preocupação com as mudanças climáticas criou uma situação muito diferente no mundo. Agora queremos reduzir o consumo de combustíveis fósseis, não só pelas mudanças climáticas como pela poluição do ar.&lt;br /&gt;Outro argumento é que uma parcela significativa dos combustíveis fósseis é proveniente de áreas de instabilidade política e até potencialmente hostis.&lt;br /&gt;A única forma de reduzir o consumo de combustíveis fósseis de maneira significativa é fazer isso com um programa agressivo de energias renováveis combinado à energia nuclear.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;FOLHA - As energias renováveis não podem cumprir esse papel?&lt;br /&gt;MOORE - Não acredito que matematicamente seja possível mostrar que a energia solar e a energia eólica possam fazer isso sozinhas. Devemos usar energia hidrelétrica, a mais importante fonte de energia renovável, biomassa ou biocombustíveis, como vocês têm feito com a cana-de-açúcar. Mesmo isso não pode fazer tudo. Precisamos de uma grande quantidade de energia que seja confiável, segura e que não polua o ar, e isso é a energia nuclear.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;FOLHA - E é seguro ter países como o Irã enriquecendo urânio?&lt;br /&gt;MOORE - Isso é um problema. Seria benéfico para o Irã ter energia nuclear, a não ser que o país queira usar essa tecnologia para fins maléficos. O que temos que ter é a Parceria Global da Energia Nuclear, com maior controle sobre urânio e plutônio. Até a Rússia está começando a criticar o Irã. Se todos os Estados que usam energia nuclear, como EUA, China, Rússia e França, entrarem nesse grupo, eles vão controlar o urânio e o plutônio de forma que não caiam em mãos erradas.&lt;br /&gt;Você não precisa de um reator nuclear para fazer uma arma nuclear. As armas nucleares que estão sendo construídas no mundo são feitas com plutônio de reatores nucleares militares, que é outra categoria. Mesmo se fecharmos todos os mais de 400 reatores que estão em funcionamento, isso não vai fazer os generais desistirem de seus reatores nucleares militares. É preciso distinguir o uso pacífico da energia nuclear do uso militar de armas nucleares.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;FOLHA - No Brasil, o governo está bastante próximo de retomar o projeto nuclear, mas há resistência entre ambientalistas e o Ministério do Meio Ambiente. Por que os ambientalistas em geral ainda resistem ao uso dessa fonte de energia?&lt;br /&gt;MOORE - É uma infelicidade. Acredito que eles ainda estão presos a uma mentalidade da Guerra Fria. O movimento pacifista é focado em guerras e armas e incluíram a energia nuclear como se fosse a mesma coisa. O princípio que devemos adotar é que não podemos banir os usos benéficos de uma tecnologia só porque ela pode ser usada para o mal.&lt;br /&gt;Mais de 1 milhão de pessoas já foram mortas na África com um simples facão. Essa é também a ferramenta mais importante para fazendeiros. Eles limpam o terreno e cortam a madeira, mas ela também pode ser usada para cortar braços de humanos e matá-los. Temos que usar a energia nuclear para fins pacíficos e dar ao mundo um exemplo. O Brasil pode fazer isso, mostrar ao mundo que pode usar tecnologia nuclear, sem armas nucleares.&lt;br /&gt;O problema com a posição dos ambientalistas é que, de um lado, eles estão dizendo que as mudanças climáticas serão uma espécie de catástrofe que vai destruir o ambiente e a civilização. Por outro lado, eles se recusam a aceitar que a energia nuclear é a única grande fonte de energia que pode substituir os combustíveis fósseis.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;FOLHA - Mas a indústria nuclear já teve o acidente de Chernobyl...&lt;br /&gt;MOORE - Chernobyl representou um erro estúpido. Foi uma combinação do estilo ruim do reator construído pelos soviéticos com um erro dos operadores. O saldo relacionado ao acidente, no entanto, é de 56 mortes. Do ponto de vista industrial, não foi um acidente tão grande assim. Meu Deus, 1,2 milhão de pessoas morrem em acidentes de carro todo ano!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;FOLHA - A indústria já encontrou uma solução para os resíduos?&lt;br /&gt;MOORE - O combustível que é tirado do reator não é totalmente desperdiçado. Quase 90% poderia ser reciclado. O que devemos fazer é armazenar o combustível usado de forma segura e cuidadosa até o momento em que possa ser reciclado. Isso tem sido feito na França, na Rússia e no Japão. E deve ocorrer logo nos EUA. Eles fizeram a opção de não reciclar o combustível nuclear na gestão Jimmy Carter, que estava preocupado com a possibilidade de o plutônio cair em mãos erradas. O que posso dizer é que há mais de 400 reatores em uso e ninguém nunca foi ferido pelo combustível guardado em recipientes porque é armazenado de forma segura.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;FOLHA - O Brasil tem condições de tornar o álcool uma commodity?&lt;br /&gt;MOORE - Sim. Estive no Brasil por dez dias, vi as vastas plantações de cana. O Brasil é provavelmente o líder mundial em biomassa e biocombustíveis. Isso é muito importante, mas também é preciso considerar quanto do ecossistema natural queremos transformar em um imenso canavial. Temos que ter um equilíbrio para não transformar o país inteiro numa fábrica de fazer açúcar e álcool.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;FOLHA - É possível convencer outros países a usar álcool nos carros?&lt;br /&gt;MOORE - Sim. Os EUA também estão fazendo álcool, mas a partir do milho, e biodiesel a partir da soja. O problema é que você está retirando comida da indústria alimentícia. A visão futura é fazer o álcool a partir do bagaço da cana. Se tivermos sucesso nisso, podemos evitar a competição com as commodities alimentícias e usar o açúcar, a soja, e o milho para alimentar pessoas. A quantidade necessária desses produtos para substituir combustíveis fósseis teria um impacto grande no suprimento alimentar.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;FOLHA - Qual é a sua avaliação sobre o desmatamento na Amazônia?&lt;br /&gt;MOORE - É muito hipócrita que pessoas da Ásia e da América do Norte apontem o dedo para o Brasil sobre desmatamento, porque o fato é que a Amazônia tem mais de sua floresta original do que os EUA e a Europa. As pessoas gostam de pensar que elas não fazem desmatamento onde vivem, mas toda a agricultura nos EUA e em cidades da Europa são sinais de desmatamento. Antes eram locais de florestas. No Brasil, você tem que ter comida, assim como no restante do mundo.&lt;br /&gt;Estive na Amazônia e vi quão rapidamente a natureza se recompõe, se você a deixa em paz. O clima tropical significa que as plantas podem crescer o ano todo. Voei de um lado a outro da Amazônia e fiquei surpreso de ver quão vasta é a área de floresta que continua lá. Acho que o Brasil está fazendo um bom trabalho em definir áreas grandes para proteção ambiental.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Fonte: Clipping Ministério do Planejamento&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6095521935760362721-1112701256253743715?l=energiacc.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://energiacc.blogspot.com/feeds/1112701256253743715/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=6095521935760362721&amp;postID=1112701256253743715' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6095521935760362721/posts/default/1112701256253743715'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6095521935760362721/posts/default/1112701256253743715'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://energiacc.blogspot.com/2007/03/fundador-do-greenpeace-defende-energia.html' title='Fundador do Greenpeace defende energia nuclear'/><author><name>Mário Araújo Neto</name><uri>http://www.blogger.com/profile/08910684122403625927</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6095521935760362721.post-8726938372951554153</id><published>2007-03-15T07:16:00.000-07:00</published><updated>2007-03-15T07:17:18.191-07:00</updated><title type='text'>Energia mais poluente e mais cara não reduz risco de apagão</title><content type='html'>Energia mais poluente e mais cara não reduz risco de apagão&lt;br /&gt;14/3/2007&lt;br /&gt;Cláudia Schüffner e Chico Santos&lt;br /&gt;Valor Econômico&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A energia no Brasil está ficando mais cara e mais suja, sem que essa perda de qualidade garanta um risco menor no suprimento deste insumo. Para garantir o crescimento do PIB da ordem de 4% a 5% ao ano, o Brasil precisa aumentar sua capacidade instalada de geração de energia, que fechou 2006 com 96,3 mil megawatts (MW) de potência. Para os próximos quatro anos (até 2010), a Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) traça dois cenários de aumento da capacidade instalada. No desenho otimista, ela cresce 12% (ou 3% ao ano). No conservador, apenas 5,6% (menos de 1,5% ao ano). Entre 2002 e 2006, quando o PIB evoluiu apenas 2,6% ao ano, a oferta aumentou 20% - cerca de 5% ao ano. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;De um total de 38 usinas já licitadas, apenas oito estão em construção, segundo relatório da Aneel. O cenário conservador conta, apenas, com a energia que será fornecida por estas oito hidrelétricas, cujo início de funcionamento vai de 2007 até 2010. No cenário otimista, também entram na conta de aumento da capacidade instalada mais 13 usinas cuja construção não começou por atraso no processo de licenciamento ambiental ou outra razão - estas são as usinas classificadas sobre o código amarelo. Nos dois cenários também estão incluídos o aumento da oferta de energia por geração térmica, eólica e de pequenas centrais hidrelétricas (PCHs). &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;As chuvas que fizeram todas as grandes barragens do país encherem a ponto de ser necessárias medidas para abrir as comportas dos reservatórios nos últimos dois meses garantem o suprimento até meados de 2008. E continuam sendo necessárias para garantir o suprimento do país, a exemplo do que ocorreu na década de 90. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Técnicos de dentro do próprio governo admitem que se os projetos de gasodutos e de importação de gás natural liquefeito (GNL) não amadurecerem a tempo, são grandes as incertezas para o período 2009/2010 caso as chuvas venham abaixo da média. No cálculo da oferta de energia, a potência instalada das usinas não significa que elas conseguem gerar 100% de sua capacidade. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Para efeitos de projeções, se calcula historicamente que a energia assegurada em megawatts médios (MWmed) de uma hidrelétrica corresponde a 60% de sua potência. Isso porque ela depende da quantidade de água em seu reservatório, que por sua vez é maior ou menor em determinados meses do ano em função do rio onde foi construída a queda d´água. Segundo informa a Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel), a quantidade de energia assegurada no sistema elétrico atualmente é da ordem de 54 mil MW médios (MWmed), pouco mais da metade da potência instalada no país. Nas térmicas, a energia assegurada é maior, correspondendo historicamente a cerca de 90% da potência. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O quadro de oferta futura de energia, aliado às projeções de aumento da demanda (em torno de 5% ao ano até 2010), embasam os temores de vários consultores com relação à robustez da oferta de energia. Apesar das manifestações otimistas por parte do governo, já é clara a preocupação com o tema, e ela fica explícita na maior entrada de usinas termelétricas à óleo ou a carvão na matriz energética - uma oferta mais cara e poluente. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;No acumulado dos três primeiros leilões já feitos de acordo com as regras do novo modelo do setor elétrico, 57% da energia contratada foi de origem térmica, embora nos dois últimos a oferta de energia hidrelétrica tenha sido bem superior à do primeiro. Nos dois leilões marcados para maio, mais de 70% dos 25,5 mil megawatts ofertados são de origem térmica. Além disso, nos três primeiros leilões as estatais foram responsáveis pela oferta de 57% da energia contratada, refletindo a insegurança do setor privado. Os números mostram ainda que o preço da energia térmica é sempre maior no futuro. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Na hipótese prevista no Plano de Aceleração do Crescimento (PAC) - o Brasil vai crescer 4,5% este ano e 5% ao ano de 2008 a 2010 - , o país vai precisar de aproximadamente 3.000 megawatts (MW) novos de potência ao ano para cobrir o aumento da demanda. Como atualmente não há nenhum grande aproveitamento hidrelétrico em vias de ser colocado em produção, a solução mais imediata para cobrir a demanda de 2009 e do começo de 2010 é o retorno ao Sistema Interligado Nacional (SIN) dos 2.698 MW gerados por termelétricas a gás que foram retirados por falta de combustível. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Em suas previsões, a Aneel conta com a entrada de 3.654 MW de 113 termelétricas (que usam gás, óleo e biomassa, entre outros combustíveis) entre 2006 e 2011. Mas segundo acompanhamento da própria agência, apenas 28 desses empreendimentos já estão em construção. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O raciocínio dos técnicos do sistema elétrico é que, com o aumento da oferta de energia térmica, se ganha tempo para a entrada gradual de hidrelétricas maiores já previstas, como a gigantesca Estreito, no Tocantins (1.087 MW), hoje cumprindo exigências ambientais para entrar em obra e que está listada pela Aneel entre os projetos vermelhos - aqueles "com graves restrições". &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O analista Adriano Pires Rodrigues, do Centro Brasileiro de Infra-Estrutura (CBIE), avalia que "o cronograma das térmicas não encaixa". O engenheiro Marco Tavares, sócio da Gas Energy, calcula que as chuvas que encheram os reservatórios deram uma "folga" de apenas cinco meses ao governo, que precisa usar esse período para planejar "como resolver o que fazer para não faltar energia em 2009 e 2010". Segundo ele, o balanço de energia que está espelhada nos balanços do ONS e Aneel mostra a necessidade de energia nova para equacionar esse quadro, entre elas a volta das térmicas que saíram com base em gás interruptível ou óleo, ou mais leilões de ajuste. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Segundo balanço do CBIE, com dados do ONS e considerando só as usinas sem impedimento para a construção, haverá um déficit de 28 MW em 2010 e de 2.712 MW de energia em 2011. Sem as usinas novas já leiloadas, os déficits sobem, respectivamente, para 1.475 e 4.259 MW. Os analistas do banco Credit Suisse vão além. Eles estimam que o risco de déficit de energia em 2010 é de 25%, quando o Brasil convive historicamente com um risco de apagão de apenas 5%. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O ONS, uma organização do mercado fortemente submetida ao controle do Estado, estima que o déficit em 2009 será de apenas 4,8% . Mas seu relatório de fevereiro de 2007 mostra que de 38 hidrelétricas (8.861 megawatts) previstas para entrar em operação até 2012, nada menos do que 6.066 MW (ou 30 usinas) não estão iniciadas, e mais da metade dessa potência enfrenta graves problemas ambientais para sua execução.. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O presidente do ONS, Hermes Chipp, assegura que o saldo positivo do período úmido (chuvas) de 2006/2007 será suficiente para assegurar o abastecimento de energia até 2009. Mas ressalta que "a lição que ficou do racionamento de energia de 2001 foi que ao longo dos anos anteriores a ele não houve a agregação de hidrelétricas no país com regularidade e nem um parque térmico de grande porte". &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O quadro hoje não é muito diferente. Não há agregação de usinas hídricas e o parque térmico está inoperante por falta de combustível. Por isso Chipp é enfático ao afirmar que o Brasil precisa de mais térmicas para melhorar seu equilíbrio energético. Ele ressalta que, apesar de caras, elas são essenciais par dar segurança ao sistema. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O diretor-geral da Aneel, Jerson Kelman, diz que há uma "persistente falta de oferta de energia porque o cadastro de novos empreendimentos estava escasso". Mas, segundo ele, a Empresa de Pesquisa Energética (EPE) foi criada para solucionar o problema, o que já está sendo feito. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Outra dificuldade que existe, diz ele, é que os estudos de engenharia que existiam tinham uma dificuldade ambiental. Em alguns casos elas foram superadas, em outros não. "Em terceiro lugar, é preciso compreender que existem empreendimentos já licenciados e o próprio Ministério de Meio Ambiente tem dito que não é a única trava." &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;"Um exemplo é a existência de 100 Pequenas Centrais Hidrelétricas com licença ambiental que não saíam do papel porque pelas regras existentes tinham que vender energia no longo prazo competindo com as grandes hidrelétricas existentes", enumera Kelman, lembrando que isso foi resolvido com a decisão de marcar um leilão específico para pequenas centrais. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Segundo o diretor-geral da Aneel, a expectativa agora é de grande participação de PCH"s no leilão de fontes alternativas. E para aqueles que não participarem, fica o aviso do xerife do setor. "Vamos começar o processo de caçar e licitar as autorizações das PCH"s que ficarem de fora do leilão. Se mesmo tendo oportunidade de fazer contratos de longo prazo de venda de energia essas usinas não saírem do papel vamos retomar para introduzir um processo competitivo", avisa. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A questão do licenciamento ambiental, somada aos problemas relacionados com a preservação de terras indígenas, é tida por especialistas do setor como um obstáculo gigantesco para viabilizar obras que o próprio governo considera indispensáveis, como as usinas de Jirau e Santo Antonio (rio Madeira) e Belo Monte (rio Xingu). &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O problema é tão grave que o físico Luiz Pinguelli Rosa, ex-presidente da Eletrobrás, entende que o próprio presidente Luiz Inácio Lula da Silva deveria coordenar as negociações que permitam chegar a um acordo que atenda a todas as partes. "Não se pode negar a eletricidade à população e nem destruir o meio-ambiente por causa do progresso", argumenta. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Pinguelli concorda que as chuvas salvaram 2007 e 2008, mas avalia que "não há indícios de que o risco (tolerável) de 5% será mantido nos anos seguintes". Tavares, da Gás Energy, diz que não é possível acreditar em solução mágica. Acha que falta realismo tarifário que permita atrair novos investidores.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6095521935760362721-8726938372951554153?l=energiacc.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://energiacc.blogspot.com/feeds/8726938372951554153/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=6095521935760362721&amp;postID=8726938372951554153' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6095521935760362721/posts/default/8726938372951554153'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6095521935760362721/posts/default/8726938372951554153'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://energiacc.blogspot.com/2007/03/energia-mais-poluente-e-mais-cara-no.html' title='Energia mais poluente e mais cara não reduz risco de apagão'/><author><name>Mário Araújo Neto</name><uri>http://www.blogger.com/profile/08910684122403625927</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6095521935760362721.post-6184104857219035705</id><published>2007-02-26T04:02:00.000-08:00</published><updated>2007-02-26T04:06:30.778-08:00</updated><title type='text'>Toma cachaça Tio Sam!</title><content type='html'>&lt;h1&gt;BUSH PLANEJA PARCERIA COM BRASIL PARA OPEP DO ETANOL&lt;/h1&gt;&lt;div&gt;&lt;div&gt;&lt;p&gt;A grande iniciativa que o presidente George W. Bush quer lançar no Brasil está sendo chamada de mercado hemisférico de etanol. A idéia, gestada dentro do Departamento de Estado, é expandir a produção de etanol em vários países da América Latina, principalmente no Caribe e na América Central, para garantir um fornecimento estável do biocombustível. Trata-se de uma Opep do etanol. Para isso, Brasil e Estados Unidos devem fechar parcerias, com participação da iniciativa privada, para instalar usinas de etanol em países da América Central. &lt;/p&gt; &lt;p&gt;O homem-chave por trás dessa estratégia é Greg Manuel, conselheiro de Condoleezza Rice para assuntos internacionais de energia. Desde que entrou no Departamento de Estado, em outubro, ele esteve seis vezes no Brasil. Jovem, Manuel aposta em incubadoras e parcerias público-privadas para criar o mercado hemisférico de etanol. &lt;/p&gt;  &lt;p&gt;&lt;script&gt;&lt;!-- D(["mb","&lt;/p&gt;\n&lt;p&gt;A comissão, que se reúne regularmente com o Departamento de Estado, está fazendo um levantamento sobre produção de etanol e cana-de-açúcar nos diversos países da América Latina. Segundo Dean, países como Guatemala, El Salvador, Honduras, Nicarágua e República Dominicana são bastante promissores para abrigar usinas e expandir a produção de etanol.\n&lt;/p&gt;\n&lt;p&gt;Manuel não detalha muito o plano de parceria de etanol que será apresentado na viagem de Bush. Mas, a interlocutores, afirmou que o foco é a expansão regional da produção, com muita participação do setor privado. Ele mencionou também a possibilidade de parcerias público-privadas para investimento em infra-estrutura de etanol no Brasil, como alcooldutos e investimentos cruzados nos dois países.\n&lt;/p&gt;\n&lt;p&gt;&amp;quot;É uma enorme oportunidade. O hemisfério ocidental gasta 7,2% de seu PIB importando petróleo e alguns países são muito vulneráveis, como a República Dominicana, que gasta quase 20% de tudo o que produz importando petróleo&amp;quot;, diz Manuel. &amp;quot;Isso não é sustentável, todos esses países precisam investir em sua produção doméstica.&amp;quot; Segundo ele, do ponto de vista geopolítico, &amp;quot;é importantíssimo&amp;quot; diversificar as fontes de fornecimento de energia. &amp;quot;É importante ter como fonte de fornecimento todos os nossos amigos no exterior, e esses nossos amigos também sofrem, eles nem sempre têm a petrodiplomacia a seu favor.&amp;quot;\n&lt;/p&gt;\n&lt;p&gt;Juntos, Brasil e EUA produzem 72% do etanol mundial. A grande reivindicação brasileira sempre foi a abertura do mercado americano ao biocombustível brasileiro. Hoje, o etanol do Brasil paga imposto de importação de US$ 0,54 por galão. Mas uma redução na tarifa não será oferecida por Bush em março. &amp;quot;As tarifas não estão sobre a mesa de negociações&amp;quot;, disse Manuel. &amp;quot;Muitos países com os quais estamos falando sobre esse mercado global vêem o acesso ao mercado americano como uma vantagem adicional, não uma condição essencial; mesmo sem acesso ao mercado americano, há muitas oportunidades.&amp;quot;\n&lt;/p&gt;\n&lt;p&gt;",1] );  //--&gt;&lt;/script&gt;"Já que não saiu a Alca, vamos de álcool", diz Brian Dean, diretor-executivo da Comissão Interamericana de Etanol (CIE). Brian foi diretor da Florida FTAA, grupo que fazia o lobby para que os EUA fossem a sede da Alca. Agora, com a Alca natimorta, Dean cuida da CIE, cujos titulares são o ex-governador da Flórida Jeb Bush, o presidente do Banco Interamericano de Desenvolvimento (BID), Luis Alberto Moreno, e o ex-ministro da Agricultura Roberto Rodrigues.&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;A comissão, que se reúne regularmente com o Departamento de Estado, está fazendo um levantamento sobre produção de etanol e cana-de-açúcar nos diversos países da América Latina. Segundo Dean, países como Guatemala, El Salvador, Honduras, Nicarágua e República Dominicana são bastante promissores para abrigar usinas e expandir a produção de etanol. &lt;/p&gt; &lt;p&gt;Manuel não detalha muito o plano de parceria de etanol que será apresentado na viagem de Bush. Mas, a interlocutores, afirmou que o foco é a expansão regional da produção, com muita participação do setor privado. Ele mencionou também a possibilidade de parcerias público-privadas para investimento em infra-estrutura de etanol no Brasil, como alcooldutos e investimentos cruzados nos dois países. &lt;/p&gt; &lt;p&gt;"É uma enorme oportunidade. O hemisfério ocidental gasta 7,2% de seu PIB importando petróleo e alguns países são muito vulneráveis, como a República Dominicana, que gasta quase 20% de tudo o que produz importando petróleo", diz Manuel. "Isso não é sustentável, todos esses países precisam investir em sua produção doméstica." Segundo ele, do ponto de vista geopolítico, "é importantíssimo" diversificar as fontes de fornecimento de energia. "É importante ter como fonte de fornecimento todos os nossos amigos no exterior, e esses nossos amigos também sofrem, eles nem sempre têm a petrodiplomacia a seu favor." &lt;/p&gt; &lt;p&gt;Juntos, Brasil e EUA produzem 72% do etanol mundial. A grande reivindicação brasileira sempre foi a abertura do mercado americano ao biocombustível brasileiro. Hoje, o etanol do Brasil paga imposto de importação de US$ 0,54 por galão. Mas uma redução na tarifa não será oferecida por Bush em março. "As tarifas não estão sobre a mesa de negociações", disse Manuel. "Muitos países com os quais estamos falando sobre esse mercado global vêem o acesso ao mercado americano como uma vantagem adicional, não uma condição essencial; mesmo sem acesso ao mercado americano, há muitas oportunidades." &lt;/p&gt; &lt;p&gt;&lt;script&gt;&lt;!-- D(["mb","A discussão de retirada de tarifas não é factível politicamente neste momento, por causa do forte lobby dos produtores de milho e o enfraquecimento dos republicanos no Congresso. Mas, a longo prazo, os americanos querem expandir as fontes de fornecimento de etanol, porque sabem que a produção doméstica de milho não vai dar conta da demanda e o etanol celulósico vai levar pelo menos uma década para ser viável economicamente. Bush estabeleceu a meta de reduzir o consumo de gasolina em 20% até 2017, o que significa um aumento de 132,4 bilhões de litros de combustíveis alternativos. Hoje em dia, a produção americana de etanol (de milho) é de 20,4 bilhões de litros. \n&lt;/p&gt;\n&lt;p&gt;Dentro da parceria energética, Bush e Condoleezza também vão discutir com o presidente Luiz Inácio Lula da Silva a cooperação em pesquisa e desenvolvimento, para aumentar a produtividade das lavouras e criar grãos geneticamente modificados mais adequados para produção de etanol. E ainda devem debater a uniformização de normas para a criação do mercado de commodities energéticas.\n&lt;/p&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;",1] ); D(["mb","&lt;span&gt;\n&lt;div&gt; &lt;/div&gt;\n&lt;div&gt; &lt;/div&gt;\n&lt;div&gt;&lt;br /&gt;--&lt;br /&gt;Milena Barbosa de Mélo Araújo &lt;/div&gt;\n&lt;/span&gt;",0] ); D(["ce"]);  //--&gt;&lt;/script&gt;A discussão de retirada de tarifas não é factível politicamente neste momento, por causa do forte lobby dos produtores de milho e o enfraquecimento dos republicanos no Congresso. Mas, a longo prazo, os americanos querem expandir as fontes de fornecimento de etanol, porque sabem que a produção doméstica de milho não vai dar conta da demanda e o etanol celulósico vai levar pelo menos uma década para ser viável economicamente. Bush estabeleceu a meta de reduzir o consumo de gasolina em 20% até 2017, o que significa um aumento de 132,4 bilhões de litros de combustíveis alternativos. Hoje em dia, a produção americana de etanol (de milho) é de 20,4 bilhões de litros. &lt;/p&gt; &lt;p&gt;Dentro da parceria energética, Bush e Condoleezza também vão discutir com o presidente Luiz Inácio Lula da Silva a cooperação em pesquisa e desenvolvimento, para aumentar a produtividade das lavouras e criar grãos geneticamente modificados mais adequados para produção de etanol. E ainda devem debater a uniformização de normas para a criação do mercado de commodities energéticas.&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Fonte: Agencia Estado&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6095521935760362721-6184104857219035705?l=energiacc.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://energiacc.blogspot.com/feeds/6184104857219035705/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=6095521935760362721&amp;postID=6184104857219035705' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6095521935760362721/posts/default/6184104857219035705'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6095521935760362721/posts/default/6184104857219035705'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://energiacc.blogspot.com/2007/02/toma-cachaa-tio-sam.html' title='Toma cachaça Tio Sam!'/><author><name>Mário Araújo Neto</name><uri>http://www.blogger.com/profile/08910684122403625927</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6095521935760362721.post-3984913234816883950</id><published>2007-02-19T01:34:00.000-08:00</published><updated>2007-02-19T01:40:51.975-08:00</updated><title type='text'></title><content type='html'>&lt;!--Inicio detalhe Noticia--&gt;                                          &lt;table border="0" cellpadding="2" cellspacing="0" width="100%"&gt; &lt;tbody&gt;&lt;tr style="color: rgb(102, 51, 0);"&gt;                  &lt;td colspan="2" height="10"&gt;&lt;span style="color: rgb(153, 51, 0);font-family:Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;font-size:130%;"  &gt;&lt;b&gt;Debate em SP sobre alternativa às energias utilizadas&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;                  &lt;/td&gt;               &lt;/tr&gt;               &lt;tr&gt;                  &lt;td height="13" width="64%"&gt;&lt;span style="color: rgb(102, 102, 102);font-family:Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;font-size:78%;"  &gt;&lt;b&gt; &lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/td&gt;                 &lt;td height="13" width="36%"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/td&gt;               &lt;/tr&gt;               &lt;tr&gt;                  &lt;td colspan="2"&gt;&lt;span style=";font-family:Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;font-size:85%;"  &gt;SP sedia evento sobre energia eólica, no dia 28 de fevereiro&lt;br /&gt;           &lt;br /&gt;Depois da saída do relatório do IPCC (Painel Intergovernamental de Mudança do Clima), onde a utilização desordenada de recursos naturais e a crescente poluição da terra pelo homem que levam ao aquecimento global foram os principais assuntos, o homem começa a rever seus conceitos e começa a pensar em novas maneiras de manter o funcionamento do mundo que conhecemos sem chegarmos a total destruição do planeta.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Já em utilização em terras brasileiras, a energia eólica, que utiliza os ventos como forma de fonte energética alternativa será o assunto de seminário promovido pelo IIR-Institute for International Research, no dia 28 de fevereiro, no Park Plaza Hotel, na cidade de São Paulo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Serão temas das palestras a Análise do cenário mundial de energia eólica e as projeções em longo prazo; Principais parques eólicos implementados no Brasil; Vantagens e benefícios da energia eólica na matriz energética; Contabilização e liquidação da energia eólica no Brasil; Estratégias para a comercialização da energia eólica e atratividade do MDL para a geração eólica no Brasil.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O evento, contará com a participação de Everaldo Feitosa, vice-presidente da WWEA - Associação Mundial de Energia Eólica, e diretor presidente do CBEE - Centro Brasileiro de Energia Eólica; Hamilton Moss, do Cepel e do Cresesb -Centro de Referência para Energia Solar e Eólica; Jorge Antônio Villar Ale, da PUC-RS e do Nutema - Núcleo Tecnológico de Energia e Meio Ambiente; Sérgio Marques, da Bioenergy; Antônio Carlos Fraga Machado, da CCEE - Câmara de Comercialização de Energia Elétrica; João Carlos Mello, da Andrade Consultoria e Engenharia; e Pablo Fernandez da Ecosecurities.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mais informações no site http://www.iir.com.br.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Fonte: Jornal da Ciência&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;/tbody&gt; &lt;/table&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6095521935760362721-3984913234816883950?l=energiacc.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://energiacc.blogspot.com/feeds/3984913234816883950/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=6095521935760362721&amp;postID=3984913234816883950' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6095521935760362721/posts/default/3984913234816883950'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6095521935760362721/posts/default/3984913234816883950'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://energiacc.blogspot.com/2007/02/debate-em-sp-sobre-alternativa-s.html' title=''/><author><name>Mário Araújo Neto</name><uri>http://www.blogger.com/profile/08910684122403625927</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6095521935760362721.post-8773653415354039477</id><published>2007-02-12T09:03:00.000-08:00</published><updated>2007-02-12T10:01:11.169-08:00</updated><title type='text'></title><content type='html'>&lt;table border="0" cellpadding="0" cellspacing="0" width="100%"&gt;  &lt;tbody&gt;&lt;tr&gt;&lt;td&gt;&lt;span style="color: rgb(2, 89, 170);font-family:verdana;font-size:18;"  &gt;&lt;b&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 0, 0); font-style: italic;font-family:arial;" &gt;&lt;span style=";font-family:arial;font-size:130%;"  &gt;Receita para acabar com um rio:&lt;br /&gt;primeiro retire água do rio a uma vazão de 127.000 litros por segundo, depois eleve a água a uma altura de 160 metros e a partir daí faça com que ela percorra 2000 quilômetros a céu aberto. (projeto para a transposição do Rio São Francisco). Quando o rio estiver capengando com menos água, instale uma central nuclear com 3 usinas e utilize a água do rio para resfriar os reatores. Não se preocupe se ainda tiver muita água no rio pois serão necessários de 300 a 1000 litros por segundo para resfriar um reator nuclear.&lt;/span&gt; &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;       &lt;div style="text-align: right;"&gt;&lt;span style="color: rgb(2, 89, 170);font-family:verdana;font-size:18;"  &gt;&lt;b&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 0, 0); font-style: italic;font-family:arial;" &gt;&lt;span style=";font-family:arial;font-size:130%;"  &gt;Mário Araújo Neto&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;     &lt;/div&gt;       &lt;span style="color: rgb(2, 89, 170);font-family:verdana;font-size:18;"  &gt;&lt;b&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(51, 51, 51);font-size:130%;" &gt;Nova central nuclear pode ficar às margens do Rio São Francisco&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/td&gt;     &lt;/tr&gt;   &lt;tr&gt;&lt;td background="imagens/fundoPonto.gif" height="1"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;   &lt;tr&gt;         &lt;td align="left"&gt;&lt;span style="color: rgb(90, 90, 90);font-family:verdana;font-size:11;"  &gt;&lt;b&gt;Nicola Pamplona &lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/td&gt;   &lt;/tr&gt;     &lt;tr&gt;        &lt;td align="left"&gt;&lt;span style="color: rgb(90, 90, 90);font-family:verdana;font-size:11;"  &gt;&lt;b&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;    O Estado de S. Paulo&lt;/span&gt;    &lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/td&gt;   &lt;/tr&gt;   &lt;tr&gt;    &lt;td align="right"&gt;&lt;span style=";font-family:verdana;font-size:12;"  &gt;11/2/2007&lt;/span&gt;&lt;/td&gt;   &lt;/tr&gt;     &lt;tr&gt;&lt;td height="20"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;     &lt;tr&gt;&lt;td style="text-indent: 30pt; text-align: justify;"&gt;&lt;p&gt;&lt;span style=";font-family:verdana;font-size:12;"  &gt;Água usada para resfriar os reatores volta mais quente para o local de onde foi retirada; por isso o local é adequado &lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;span style=";font-family:verdana;font-size:12;"  &gt;As margens do Rio São Francisco são o lugar ideal para a instalação de uma das centrais nucleares previstas no novo programa nuclear brasileiro, segundo avaliação da Comissão Nacional de Energia Nuclear (CNEN). Com grande fluxo de água, o rio permitiria o resfriamento dos reatores das usinas sem maiores danos ao ecossistema, explica o presidente da instituição, Odair Gonçalves. O projeto prevê a instalação de uma central com até três usinas na região, carente no abastecimento de energia.A água usada para resfriar os reatores volta mais quente para o local de onde foi retirada. Por isso, diz Gonçalves, é necessária uma fonte com fluxo suficiente para diluir a água aquecida. Em Angra, com a central localizada na costa, o resfriamento é feito com água do mar. &lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;span style=";font-family:verdana;font-size:12;"  &gt;O programa prevê a instalação de uma terceira central, também com até três usinas, em local não definido. O número de plantas em cada uma ainda não está fechado, mas a idéia é ampliar em pelo menos 4 mil megawatts o parque nuclear brasileiro, hoje com 2 mil MW de Angra 1 e 2 mais a possibilidade de 1,3 mil MW de Angra 3.“O Brasil pode ser totalmente auto-suficiente em energia nuclear, já que tem grandes reservas de urânio e domina a tecnologia para a produção do combustível”, diz o diretor de comunicação da Associação Brasileira de Energia Nuclear, Edson Kuramoto, repetindo um dos principais argumentos dos defensores da tecnologia. De fato, o País tem a sexta maior reserva mundial de urânio, com apenas 30% do subsolo pesquisado.Segundo Gonçalves, as reservas atuais são suficientes para abastecer todas as usinas do programa proposto por 60 anos. “Há uma fila de parceiros internacionais querendo nos ajudar a desenvolver o setor, em troca de urânio.”&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;span style=";font-family:verdana;font-size:12;"  &gt;POLÊMICA &lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;span style=";font-family:verdana;font-size:12;"  &gt;O debate em torno do plano, porém, deve provocar polêmica. Gonçalves sabe disso e evitou falar sobre os locais propícios ao depósito dos rejeitos de alta atividade, que podem levar milhares de anos para deixarem de ser radioativos. O executivo disse que o ideal é que sejam rochas de granito. “Definido o local, é preciso iniciar uma etapa de discussões com a sociedade sobre compensações.”&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;span style=";font-family:verdana;font-size:12;"  &gt;Defensores da tecnologia afirmam que o volume de rejeitos gerados é muito pequeno, o que facilita a armazenagem. “Há ainda um processo em desenvolvimento, chamado de incineração, que reduz para até 100 anos o tempo de radiação”, acrescenta Kuramoto. &lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;span style=";font-family:verdana;font-size:12;"  &gt;No caso das usinas de Angra 1 e 2, os rejeitos estão estocados dentro dos reatores, em piscinas construídas especialmente para esse fim, que ainda têm capacidade para absorver os rejeitos de uma década de operação. “Os EUA têm 104 usinas nucleares e apenas um depósito de rejeitos”, ressalta Gonçalves.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;span style=";font-family:verdana;font-size:12;"  &gt;A tecnologia gera dois outros tipos de rejeitos, de baixa e média atividade. Hoje, ambos são estocados nos terrenos da central de Angra, por falta de legislação específica. A CNEN opera um grande depósito de rejeito nuclear proveniente de atividades hospitalares e industriais na região metropolitana de Goiânia, onde estão os rejeitos de Césio 137 que foram encontrados por sucateiros em um hospital da cidade e contaminaram mais de uma centena de pessoas em 1987.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;span style=";font-family:verdana;font-size:12;"  &gt;Pela proposta da CNEN, a construção das novas usinas seria feita pela Eletronuclear, uma vez que o setor é considerado, pela legislação brasileira, monopólio estatal. O executivo diz que a empresa está com boa saúde financeira e já poderia assumir as obras de Angra 3. Em visita ao Brasil esta semana, a ministra de Comércio Exterior da França, Christine Lagarde, afirmou que a companhia francesa Areva pode participar do projeto, que demandará investimento de R$ 7 bilhões.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;span style=";font-family:verdana;font-size:12;"  &gt;EXPLORAÇÃO&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;span style=";font-family:verdana;font-size:12;"  &gt;Segundo o programa, a Indústrias Nucleares Brasileiras continua responsável pela mineração de urânio e produção dos elementos combustíveis. A empresa voltaria a explorar o subsolo brasileiro, em busca de novas reservas do mineral. “Há 20 anos não perfuramos um poço com esse objetivo”, diz o presidente da CNEN. Estima-se que o Brasil tenha ainda 800 mil toneladas de urânio a descobrir, o suficiente para quadruplicar as reservas conhecidas hoje.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;span style=";font-family:verdana;font-size:12;"  &gt;Para que o plano seja posto em prática, diz Gonçalves, o governo terá de investir em mão-de-obra especializada. Segundo ele, a idade média dos funcionários da CNEN, por exemplo, está em torno dos 50 anos e há poucos jovens entrando nesse mercado. &lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;/tbody&gt;  &lt;/table&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6095521935760362721-8773653415354039477?l=energiacc.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://energiacc.blogspot.com/feeds/8773653415354039477/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=6095521935760362721&amp;postID=8773653415354039477' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6095521935760362721/posts/default/8773653415354039477'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6095521935760362721/posts/default/8773653415354039477'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://energiacc.blogspot.com/2007/02/receita-para-acabar-com-um-rio-primeiro.html' title=''/><author><name>Mário Araújo Neto</name><uri>http://www.blogger.com/profile/08910684122403625927</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6095521935760362721.post-7754049605952320771</id><published>2007-02-12T08:55:00.000-08:00</published><updated>2007-02-12T08:51:24.063-08:00</updated><title type='text'></title><content type='html'>&lt;table border="0" cellpadding="0" cellspacing="0" width="100%"&gt; &lt;tbody&gt;&lt;tr style="color: rgb(0, 0, 0);"&gt;&lt;td&gt;&lt;span style="font-size: 18px;font-family:verdana;" &gt;&lt;b&gt;PLANO NUCLEAR PREVÊ 6 NOVAS USINAS&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/td&gt;     &lt;/tr&gt;   &lt;tr&gt;&lt;td background="imagens/fundoPonto.gif" height="1"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;   &lt;tr&gt;         &lt;td align="left"&gt;&lt;span style="font-size: 11px;font-family:verdana;color:#5a5a5a;"  &gt;&lt;b&gt;Nicola Pamplona &lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/td&gt;   &lt;/tr&gt;     &lt;tr&gt;        &lt;td align="left"&gt;&lt;span style="font-size: 11px;font-family:verdana;color:#5a5a5a;"  &gt;&lt;b&gt;    O Estado de S. Paulo    &lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/td&gt;   &lt;/tr&gt;   &lt;tr&gt;    &lt;td align="right"&gt;&lt;span style="font-size: 12px;font-family:verdana;" &gt;11/2/2007&lt;/span&gt;&lt;/td&gt;   &lt;/tr&gt;     &lt;tr&gt;&lt;td height="20"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;     &lt;tr&gt;&lt;td style="text-indent: 30pt; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: 12px;font-family:verdana;" &gt;&lt;p&gt;A proposta de retomada dos investimentos em energia nuclear no Brasil prevê, além da conclusão de Angra 3, uma nova usina a cada três anos, até que a tecnologia responda por 5% do parque gerador. Está prevista a construção de 4 a 6 usinas, a partir da próxima década, até 2030, em duas centrais de porte semelhante à de Angra dos Reis.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Esse é o teor do programa de energia nuclear ao qual o Estado teve acesso, já encaminhado para avaliação do governo, segundo o presidente da Comissão Nacional de Energia Nuclear (CNEN), Odair Gonçalves. A primeira central seria instalada no Nordeste e a segunda, em local a ser definido.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;A viabilidade do programa, porém, depende da decisão sobre a retomada das obras de Angra 3, remanescente do programa nuclear da década de 70, com capacidade de 1,3 mil megawatts (MW). O tema seria discutido em reunião do Conselho Nacional de Política Energética (CNPE) no dia 31, que foi adiada. Técnicos do setor acreditam que, após os alertas sobre o aquecimento global, a tecnologia ganha espaço ante alternativas como petróleo e carvão.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Responsável pela formulação de políticas e fiscalização do setor nuclear brasileiro, a CNEN elaborou um projeto detalhado sobre o futuro da tecnologia no País. Nele, diz Gonçalves, há soluções para problemas polêmicos, como o destino dos rejeitos radioativos - principal crítica de grupos ambientalistas - e fontes de recursos para o desenvolvimento das tecnologias necessárias. &lt;/p&gt;&lt;p&gt;Segundo o executivo, o Brasil deve se tornar exportador de urânio para financiar os US$ 500 milhões necessários em equipamentos para produzir combustível nuclear para todas as centrais. Atualmente, apenas 6% das necessidades das usinas de Angra 1 e 2 são totalmente produzidas no Brasil.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;“O tema é polêmico”, admite o presidente da CNEN. “Mas precisa ser aprovado ainda neste governo, já que leva tempo para construir usinas.” Gonçalves trabalha com o prazo do Plano Nacional de Energia 2030, elaborado pela Empresa de Pesquisa Energética (EPE), que lista a energia nuclear como alternativa para a geração de 4 mil MW novos no período. &lt;/p&gt;&lt;p&gt;No setor, é dada como certa a aprovação de Angra 3 na próxima reunião do CNPE, o que abriria espaço para as discussões sobre as novas centrais. “Está na hora de o Brasil debater o tema”, concorda o físico Luiz Pinguelli Rosa, do Fórum Brasileiro de Mudanças Climáticas.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Atualmente, a ministra de Meio Ambiente, Marina Silva, é a única voz contrária à conclusão do projeto no conselho, formado por sete ministros, um representante dos Estados e dois da sociedade civil. A ministra da Casa Civil, Dilma Rousseff, teria mudado de opinião após a divulgação de novos cálculos sobre o preço da energia de Angra 3, a R$ 138 por MWh, próximo dos padrões dos últimos leilões de energia. &lt;/p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;/tbody&gt; &lt;/table&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6095521935760362721-7754049605952320771?l=energiacc.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://energiacc.blogspot.com/feeds/7754049605952320771/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=6095521935760362721&amp;postID=7754049605952320771' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6095521935760362721/posts/default/7754049605952320771'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6095521935760362721/posts/default/7754049605952320771'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://energiacc.blogspot.com/2007/02/plano-nuclear-prev-6-novas-usinas.html' title=''/><author><name>Mário Araújo Neto</name><uri>http://www.blogger.com/profile/08910684122403625927</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6095521935760362721.post-5008774449315823577</id><published>2007-02-12T08:46:00.000-08:00</published><updated>2007-02-12T08:48:56.367-08:00</updated><title type='text'></title><content type='html'>&lt;table border="0" cellpadding="0" cellspacing="0" width="100%"&gt; &lt;tbody&gt;&lt;tr&gt;&lt;td align="left"&gt;&lt;span style="color: rgb(90, 90, 90);font-family:verdana;font-size:11;"  &gt;&lt;b&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;Biocombustíveis - A Chance do Brasil&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;   &lt;br /&gt;O Estado de S. Paulo    &lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/td&gt;   &lt;/tr&gt;   &lt;tr&gt;    &lt;td align="right"&gt;&lt;span style=";font-family:verdana;font-size:12;"  &gt;11/2/2007&lt;/span&gt;&lt;/td&gt;   &lt;/tr&gt;     &lt;tr&gt;&lt;td height="20"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;     &lt;tr&gt;&lt;td style="text-indent: 30pt; text-align: justify;"&gt;&lt;span style=";font-family:verdana;font-size:12;"  &gt;&lt;p&gt;Em seu plano estratégico a Petrobrás faz uma aposta ousada: até 2011 ela vai suplantar os EUA e passará a ser líder mundial de vendas de biocombustíveis, com a produção nacional de etanol e biodiesel. Para alcançar essa meta a estatal já começou a agir: 1) Acaba de montar a empresa japonesa Nipaku, em sociedade com estatal Nippon Alcohol Hanbai, que vai comercializar o etanol brasileiro no Japão e em outros países da Ásia; 2) decidiu construir um alcoolduto de 600 km, entre a Região Centro-Oeste e São Paulo, para transportar o etanol até o Porto de Santos e daí exportar para o mundo; 3) além de duas plantas-piloto em produção, busca parcerias privadas para montar mais três fábricas de biodiesel e ampliar a produção em mais 150 milhões de litros; 4) neste momento intensifica as pesquisas técnicas para utilizar mamona e pinhão manso na produção de biodiesel.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;“Aqui temos matéria-prima, cana-de-açúcar e oleaginosas, mercado combustível, logística de distribuição em todo o País, máquinas e tecnologia própria e uma indústria automotiva tecnicamente preparada para usar gasolina e álcool simultaneamente”, lembra o presidente da Petrobrás, José Sérgio Gabrielli. “E tem mais: 30 anos de Proálcool, 300 produtores e longa experiência em exportação colocam o Brasil na dianteira do etanol. Daí a atingirmos a liderança mundial não é nenhum sonho”, avalia Gabrielli.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Falar em liderança mundial e desbancar os EUA quando o presidente Bush lança o desafio de, em dez anos, substituir 20% da gasolina consumida nesse país por combustíveis renováveis pode até não ser sonho, mas se o Brasil fizer as coisas certas, o governo regular o mercado com regras claras, garantir que a expansão da lavoura de cana e de oleaginosas não se dê à custa de devastação de florestas ou da escassez e do encarecimento de alimentos. E é fundamental, indispensável, abolir o antiamericanismo ideológico, que, além de atrasado, como definiu o ex-embaixador Roberto Abdenur, é bobo, burro e contra os interesses do Brasil. Sozinhos, os EUA não têm condições de multiplicar por sete sua produção de etanol para suprir a substituição dos 20% de gasolina. Por isso o presidente Bush vem pessoalmente negociar com Lula parceria na produção de etanol, mirando a garantia de suprimento futuro dos EUA. A preponderância brasileira é reconhecida entre os norte-americanos, tanto que o o jornal The Wall Street Journal chamou recentemente o Brasil de “Arábia Saudita do álcool”.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Apesar das advertências do Protocolo de Kyoto, em 1997, a demanda por energia limpa no mundo pouco cresceu. Hoje, além de EUA e Brasil, só Alemanha, Suécia, Índia e Colômbia misturam álcool à gasolina e poucos outros países têm programas de produção de biocombustíveis em implementação.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Mas essa pasmaceira global pode mudar agora, com a divulgação do relatório da ONU sobre aquecimento global, que estarreceu o mundo. Diante do preocupante quadro descrito pelos cientistas, muitos países passaram a se preocupar com a saúde do planeta e de seus habitantes. A França, por exemplo, passou a vincular acordos comerciais a cláusulas ambientais. Essa demanda por energia limpa e o preço do petróleo acima de US$ 50/barril, sem dúvida, criam um novo mercado para fontes renováveis de energia e abrem uma enorme janela de oportunidades para o Brasil, que nesta corrida leva a vantagem de 30 anos de estrada do Proálcool e um programa de biodiesel em plena evolução.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Na última quarta-feira, o ministro Celso Amorim combinou com o subsecretário americano para Assuntos Políticos, Nicholas Burns, uma reunião, até o final deste mês - portanto, antes da visita de Bush -, entre Brasil, EUA, Índia, China, União Européia e África do Sul para discutir a padronização global para o etanol, etapa obrigatória para este produto virar commodity e ser negociado em Bolsas no mundo inteiro, competindo com o petróleo.&lt;/p&gt;       &lt;p&gt;“Vamos liderar, sem nenhuma dúvida. No mundo inteiro há uma enorme curiosidade pelo nosso álcool porque, além de pioneiro, o Brasil é o único país no mundo com um programa massivo, que ocupa 40% do mercado de combustíveis.” Gabrielli exagera, é verdade. Mas o Brasil não pode perder esta chance. &lt;/p&gt;       &lt;p&gt;*Suely Caldas é jornalista. E-mail: &lt;a href="mailto:sucaldas@terra.com.br"&gt;sucaldas@terra.com.br&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;     &lt;/p&gt;       &lt;p&gt;Fonte: Clipping Ministério do Planejamento&lt;br /&gt;     &lt;/p&gt; &lt;/span&gt;       &lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;     &lt;/div&gt; &lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;/tbody&gt; &lt;/table&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6095521935760362721-5008774449315823577?l=energiacc.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://energiacc.blogspot.com/feeds/5008774449315823577/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=6095521935760362721&amp;postID=5008774449315823577' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6095521935760362721/posts/default/5008774449315823577'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6095521935760362721/posts/default/5008774449315823577'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://energiacc.blogspot.com/2007/02/biocombustveis-chance-do-brasil-o.html' title=''/><author><name>Mário Araújo Neto</name><uri>http://www.blogger.com/profile/08910684122403625927</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6095521935760362721.post-5185247281109818205</id><published>2007-02-12T08:30:00.000-08:00</published><updated>2007-02-12T02:26:19.493-08:00</updated><title type='text'></title><content type='html'>&lt;b&gt;&lt;span&gt;&lt;span&gt;Valor da CCC para este ano é 36,6% menor do que em 2006&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;    &lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;          O valor total de R$ 2,870 bilhões para as quotas anuais da Conta de Consumo de Combustíveis Fósseis (CCC) para 2007 foi aprovado esta semana pela diretoria colegiada da Aneel. O montante é 36,6 % menor do que os R$ 4,525 bilhões fixados no ano passado. A decisão deverá resultar em reajustes tarifários menores. A Agência estima redução de até dois pontos percentuais, em média, nas tarifas das distribuidoras que serão calculadas pela Aneel ao longo deste ano.&lt;br /&gt;          A CCC é um encargo que subsidia a compra do óleo diesel e do óleo combustível usado na geração de energia por usinas termelétricas que atendem as comunidades isoladas da região Norte. A Conta, instituída pela Lei nº &lt;a href="http://www.aneel.gov.br/cedoc/blei19735899.pdf" target="_blank" onclick="return top.js.OpenExtLink(window,event,this)"&gt;5899/1973&lt;/a&gt;, é paga pelos consumidores de energia elétrica de todo o país.&lt;br /&gt;          A diminuição do montante da CCC é resultado das ações de fiscalização e regulação da Aneel que exigiram maior eficiência na operação das usinas e menor custo na aquisição dos combustíveis utilizados na geração. Em conseqüência, houve aumento na participação do óleo combustível, de menor preço, em substituição ao óleo diesel.&lt;br /&gt;          Outro fator que contribuiu para o valor da Conta projetada para este ano foi a redução gradativa dos custos com ICMS incidente sobre a compra dos combustíveis, prevista na Lei nº &lt;a href="http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/LEIS/2003/L10.833.htm" target="_blank" onclick="return top.js.OpenExtLink(window,event,this)"&gt;10.833/2003&lt;/a&gt;. Neste ano, a economia na CCC com o ICMS é de aproximadamente R$ 280 milhões.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Fonte: Boletim Energia 256 ANEEL&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6095521935760362721-5185247281109818205?l=energiacc.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://energiacc.blogspot.com/feeds/5185247281109818205/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=6095521935760362721&amp;postID=5185247281109818205' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6095521935760362721/posts/default/5185247281109818205'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6095521935760362721/posts/default/5185247281109818205'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://energiacc.blogspot.com/2007/02/valor-da-ccc-para-este-ano-366-menor-do.html' title=''/><author><name>Mário Araújo Neto</name><uri>http://www.blogger.com/profile/08910684122403625927</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6095521935760362721.post-7949540169539876040</id><published>2007-02-12T02:24:00.000-08:00</published><updated>2007-02-12T02:23:51.440-08:00</updated><title type='text'></title><content type='html'>&lt;span style="font-size:180%;"&gt;&lt;b&gt;Biomassa poderá responder por até 25% da energia no mundo, avalia especialista&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/b&gt;&lt;/span&gt; O Brasil precisa se esforçar  para não perder a primazia adquirida no campo da bioenergia  -mas, ao mesmo tempo, não  pode desprezar opções como as  hidrelétricas, a grande aposta  do governo hoje.&lt;br /&gt; A opinião é de José Goldemberg, ex-secretário de Estado  de Meio Ambiente de São Paulo  e um dos maiores especialistas  em energia do país.&lt;br /&gt; Ele assina um artigo na edição especial sobre o tema na revista "Science" da última sexta-feira, e defende que outras fontes de energia renovável, como a eólica, não são boas opções para o país. O mesmo vale para a energia nuclear, outra aposta do governo, da qual Goldemberg é opositor histórico.&lt;br /&gt; "Temos outras fontes melhores. Mesmo em termos mundiais, isso pode gerar alguns  efeitos indiretos perigosos.  Apoiar a energia nuclear pode  ajudar países como o Irã ou a  Coréia do Norte a desenvolverem suas armas nucleares", disse Goldemberg à Folha.&lt;br /&gt; No caso da energia eólica,  diz, "a região boa para isso está  apenas lá no Nordeste. Ao contrário da Dinamarca, que já  tem 20% de sua energia gerada  a partir dos ventos".&lt;br /&gt; Para o ex-secretário, professor aposentado da USP, o Brasil tem uma liderança muito  grande no campo do etanol e  não pode perdê-la.&lt;br /&gt; "A biomassa, no futuro, poderá responder por 20% ou 25% da matriz energética mundial, ao contrário dos 13% de hoje. E dentro disso, o etanol brasileiro, feito de cana-de-açúcar, é muito melhor em termos de balanço energético [relação entre a energia usada para produzir a energia e a que é realmente disponibilizada no fim do processo] que o de milho, usado nos Estados Unidos", afirma.&lt;br /&gt;Fonte: Folha de São Paulo&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6095521935760362721-7949540169539876040?l=energiacc.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://energiacc.blogspot.com/feeds/7949540169539876040/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=6095521935760362721&amp;postID=7949540169539876040' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6095521935760362721/posts/default/7949540169539876040'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6095521935760362721/posts/default/7949540169539876040'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://energiacc.blogspot.com/2007/02/biomassa-poder-responder-por-at-25-da.html' title=''/><author><name>Mário Araújo Neto</name><uri>http://www.blogger.com/profile/08910684122403625927</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6095521935760362721.post-772772898518893702</id><published>2007-02-12T02:23:00.001-08:00</published><updated>2007-02-12T02:13:30.786-08:00</updated><title type='text'></title><content type='html'>&lt;span style="font-size:180%;"&gt;&lt;b&gt;Bagaço pode virar álcool a partir de 2009  &lt;/b&gt;&lt;/span&gt; &lt;p&gt;   &lt;b&gt; Brasil entra na corrida para dominar a quebra química da celulose, o que pode elevar a produção de etanol em até 50%&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt; &lt;b&gt;Segundo pesquisador da  Unicamp, país tem situação  privilegiada devido ao baixo  custo da matéria-prima e  ao programa do álcool &lt;/b&gt;&lt;/p&gt;   &lt;b&gt;  EDUARDO GERAQUE&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;  &lt;span style="font-size:-1;"&gt;  DA REPORTAGEM LOCAL&lt;br /&gt;Fonte: Folha de São Paulo&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;  O Brasil disputa para valer a  corrida tecnológica que decidirá quem vai conseguir tirar etanol de celulose. A partir de  2009, o país poderá ter dominado uma via de obtenção da  energia contida no bagaço e na  palha da cana-de-açúcar, afirma um cientista da Unicamp.&lt;br /&gt; Em tempos de aquecimento  global, a obtenção do álcool de  celulose -que pode ser obtida  até mesmo do papel e de parte  do lixo orgânico- tem uma elevada importância estratégica.&lt;br /&gt; "No caso do Brasil, onde há  uma situação privilegiada de  custo de matéria-prima, existem grandes chances de viabilizar a hidrólise ácida comercialmente de dois a cincos anos"  afirmou à Folha Carlos Rossell, do Nipe (Núcleo Interdisciplinar de Planejamento  Energético) da Unicamp.&lt;br /&gt; Para o especialista, todo o esforço feito nas últimas décadas  com o etanol é que coloca o  Brasil na posição de liderança.  "Hoje, por exemplo, estamos  em uma posição mais vantajosa do que os EUA na produção  dos biocombustíveis."&lt;br /&gt; A própria visita ao Brasil do  presidente George W. Bush,  marcada para 9 de março -e  cujo principal tema devem ser  os biocombustíveis-, sustenta  a opinião do pesquisador.&lt;br /&gt; Em São Paulo, representantes do governo americano disseram na semana passada que a  pesquisa e o desenvolvimento  de biocombustíveis podem ser  o "eixo simbólico" de uma parceria "nova e mais forte" entre  o Brasil e os Estados Unidos.&lt;br /&gt; Para o Rossell, que também  faz consultorias para empresas  do setor sucroalcooleiro, o Brasil terá seu próprio modelo de  hidrólise da celulose. "Isso não  é uma questão de nacionalismo. Teremos um modelo próprio, porque nossas condições  são especiais", explica.&lt;br /&gt; Um das dificuldades hoje na  fase da hidrólise da celulose é  evitar o surgimento de substâncias que depois vão dificultar o processo de fermentação.&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;&lt;b&gt;Guerra tecnológica&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;  A hidrólise ácida (a quebra da  longa molécula de celulose em  açúcares por meio de substâncias químicas) é uma das vias  que estão sendo estudadas para  produzir álcool de celulose.&lt;br /&gt; A outra é a chamada hidrólise  enzimática. Por essa via, que  imita a natureza, o ataque à celulose é feito por enzimas  (grandes biomoléculas).&lt;br /&gt; "A hidrólise enzimática hoje  é a que tem o maior potencial  de conversão. O problema é que  não há enzimas disponíveis capazes de fazer a transformação", explica Rossell.&lt;br /&gt; Segundo o pesquisador, o  histórico do processo de produção com a hidrólise ácida é muito mais antigo. "Ele vem desde  a 2ª Guerra Mundial. O que se  faz agora é tentar adaptar o  processo para que essa produção possa ter escala comercial,  o que nunca foi feito".&lt;br /&gt; Pelos cálculos de Rossell, a  hidrólise poderá ajudar muito o  país na sua vontade de produzir  etanol, sem ter de aumentar  muito a área plantada. O modelo dele emprega como base uma  destilaria capaz de produzir de  1 milhão de litros ao dia.&lt;br /&gt; Desde que a geração de resíduos seja otimizada - hoje a  palha, por exemplo, é quase toda queimada no campo- haverá 240 toneladas de biomassa  celulósica para ser utilizada.  Superadas as barreiras tecnológicas, esse total pode ser convertido em quase 500 mil litros  de álcool, calcula o cientista.&lt;br /&gt; Apesar dessa aposta na hidrólise ácida, nada deve ser  descartado, segundo Rossell.  Até mesmo a opção de alguns  países da Europa e dos Estados  Unidos, que integraram a fase  da quebra da celulose no mesmo processo da fermentação  (SSF, na sigla em inglês) merece atenção. "Na pesquisa científica, nós temos que aproveitar o  que é feito lá fora, e vice-versa",  lembra Rossell.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6095521935760362721-772772898518893702?l=energiacc.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://energiacc.blogspot.com/feeds/772772898518893702/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=6095521935760362721&amp;postID=772772898518893702' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6095521935760362721/posts/default/772772898518893702'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6095521935760362721/posts/default/772772898518893702'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://energiacc.blogspot.com/2007/02/bagao-pode-virar-lcool-partir-de-2009.html' title=''/><author><name>Mário Araújo Neto</name><uri>http://www.blogger.com/profile/08910684122403625927</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6095521935760362721.post-8995035942752808303</id><published>2007-02-12T02:05:00.000-08:00</published><updated>2007-02-02T08:08:29.951-08:00</updated><title type='text'></title><content type='html'>&lt;span class="newstit2"&gt;Energia brasileira para o futuro global&lt;/span&gt;             &lt;span class="newstexto1"&gt;&lt;img src="http://www.agencia.fapesp.br/imagens/spacer.gif" height="8" width="10" /&gt;&lt;br /&gt;                            &lt;/span&gt;&lt;span class="newstexto1"&gt;&lt;br /&gt;             &lt;/span&gt;&lt;span class="boletimtexto3"&gt;                                                 &lt;b&gt;Por Fábio de Castro&lt;/b&gt; &lt;p&gt; &lt;b&gt;Agência FAPESP&lt;/b&gt; – A edição da &lt;i&gt;Science&lt;/i&gt; desta sexta-feira (9/2) tem como destaque um dossiê sobre sustentabilidade e energia. O consumo energético global é considerado pela revista como “o maior desafio para um futuro sustentável”. &lt;/p&gt;&lt;p&gt; Os editores da publicação norte-americana ressaltam a dependência mundial dos combustíveis fósseis não-renováveis que foram e continuarão a ser a principal causa da poluição e das mudanças climáticas. “Esses problemas e a crescente escassez das reservas de petróleo tornam cada vez mais urgente a viabilização de energias alternativas”, afirmam. &lt;/p&gt;&lt;p&gt;A edição enfoca alguns dos desafios e esforços necessários “para que a energia sustentável seja mais efetiva em escala suficiente para fazer diferença”. Segundo o editorial, várias das questões fundamentais ligadas ao tema “requerem grandes esforços de pesquisa em áreas que ainda têm pouco investimento”. &lt;/p&gt;&lt;p&gt;Os 22 artigos da seção especial da edição tratam de avanços científicos e de perspectivas em tópicos como energia solar, biocombustíveis, células de hidrogênio, energia fotovoltaica, seqüestro de carbono e produção de combustíveis a partir de microrganismos. &lt;/p&gt;&lt;p&gt;Em um dos textos, Nathan Lewis, da Divisão de Química do Instituto de Tecnologia da Califórnia, nos Estados Unidos, afirma que a conversão direta da luz do sol, com células de energia solar, em eletricidade ou hidrogênio esbarra nos altos custos, independentemente de sua eficiência intrínseca. &lt;/p&gt;&lt;p&gt; Mike Himmel, do Departamento de Bioquímica da Universidade do Estado do Colorado, explica como a União Européia planeja produzir um quarto de seus combustíveis a partir de biomassa até 2030. Em outro artigo, Janez Potocnik, diretor de Ciência e Pesquisa da Comissão Européia, discute como os europeus estão estabelecendo metas e alocando recursos para energias alternativas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;Brasil em primeiro plano&lt;/b&gt; &lt;/p&gt;&lt;p&gt; Um dos destaques do dossiê é o artigo &lt;i&gt;Etanol para um futuro de energia sustentável&lt;/i&gt;, de José Goldemberg, secretário do Meio Ambiente do Estado de São Paulo. O combustível comum nos postos brasileiros é apontado pela revista em editorial como a “principal alternativa energética viável a curto prazo”. &lt;/p&gt;&lt;p&gt; Para o físico Goldemberg, também professor do Instituto de Eletrotécnica e Engenharia da Universidade de São Paulo (USP), o destaque para o Brasil na edição da &lt;i&gt;Science&lt;/i&gt; mostra que a comunidade científica norte-americana percebeu as vantagens do etanol baseado em cana-de-açúcar em relação ao combustível produzido a partir do milho. A &lt;i&gt;Science&lt;/i&gt; é publicada pela Sociedade Norte-Americana para o Avanço da Ciência (AAAS, na sigla em inglês). &lt;/p&gt;&lt;p&gt; “Eu não submeti o artigo à apreciação dos editores. Eles entraram em contato e solicitaram a contribuição, o que é raro nesse tipo de publicação. Isso mostra que os norte-americanos se conscientizaram de que o etanol de cana-de-açúcar é um caminho promissor”, disse Goldemberg à &lt;b&gt;Agência FAPESP&lt;/b&gt;.  &lt;/p&gt;&lt;p&gt; Goldemberg defende que o programa brasileiro, iniciado na década de 1970, seja replicado em outros lugares do mundo. Ele explica que o etanol de cana-de-açúcar é sustentável por consumir, em sua produção, muito menos combustível fóssil que o de milho. &lt;/p&gt;&lt;p&gt; “Além disso, o milho cria uma competição direta entre o uso para alimento e para combustível, o que é um efeito perverso. Com a produção atual de etanol, o preço do milho já subiu, encarecendo o produto inclusive no México, onde é a base da alimentação”, disse.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;Combustível para exportação&lt;/b&gt; &lt;/p&gt;&lt;p&gt;Segundo Goldemberg, se o modelo brasileiro for replicado em outros países, o Brasil poderá tirar proveito da exportação do produto. “O etanol não contribui para o efeito estufa, por isso os países europeus e o Japão, por exemplo, teriam interesse em importar do Brasil para reduzir suas emissões. No momento há muitas barreiras alfandegárias, mas a necessidade de combater o efeito estufa deverá baixá-las”, disse. &lt;/p&gt;&lt;p&gt; Em seu artigo, Goldemberg aponta que a produção de etanol de cana-de-açúcar no Brasil é de 16 bilhões de litros por ano, o que requer cerca de 3 milhões de hectares de terra. “A competição pelo uso da terra para produção de comida e combustível não tem sido substancial: a cana cobre 10% do total de terras cultivadas e 1% das terras disponíveis para agricultura no país. A área total de plantações (para açúcar e etanol) corresponde a 5,6 milhões de hectares”, conta. &lt;/p&gt;&lt;p&gt; O cientista afirma que a produção de etanol a partir da cana-de-açúcar pode ser replicada em outros países sem grandes prejuízos para os ecossistemas naturais. Em todo o mundo, cerca de 20 milhões de hectares são usados para plantio de cana-de-açúcar, na maior parte para produção açucareira. &lt;/p&gt;&lt;p&gt;“A expansão da produção nos moldes do programa brasileiro de etanol, com um acréscimo de 30 milhões de hectares no Brasil e em outros países, seria suficiente para que o etanol substituísse 10% da gasolina usada no mundo. A área corresponde a uma pequena fração dos 2 bilhões de hectares de áreas cultivadas em todo o mundo”, explicou.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;Importância ambiental&lt;/b&gt; &lt;/p&gt;&lt;p&gt; Goldemberg afirma que a expansão do uso do etanol não deverá pressionar o meio ambiente. “Existem amplas possibilidades de expandir sem precisar usar áreas que envolvam degradação. Em São Paulo, a produção de cana-de-açúcar ocorre em áreas já degradadas e ainda há espaço para duplicar ou triplicar a produção usando só essas áreas.” &lt;/p&gt;&lt;p&gt;O biodiesel, de acordo com o professor, representa perigo ambiental iminente. “O problema é que ele está sendo produzido a partir da soja. É preciso procurar outras culturas, como dendê ou pinhão-bravo. A soja, ao contrário da cana-de-açúcar, é cultivável na Amazônia. Permitir que o programa seja dependente da soja é um grande perigo”, afirmou. &lt;/p&gt;&lt;p&gt; Em seu artigo, Goldemberg destaca que mais de 80% do total da energia utilizada do mundo é proveniente de combustíveis fósseis, que pouco mais de 6% correspondem à energia nuclear e que apenas cerca de 13% vêm de energias renováveis. “Mas boa parte dessa biomassa é usada de maneira não renovável. A grande oportunidade que temos é modernizar o uso de biomassa, e isso é o que está sendo feito com o etanol e o biodiesel”, disse. &lt;/p&gt;&lt;p&gt; O dossiê pode ser lido por assinantes da &lt;i&gt;Science&lt;/i&gt; em &lt;b&gt;&lt;a href="http://www.sciencemag.org/" target="_blank"&gt;www.sciencemag.org.&lt;/a&gt;&lt;/b&gt; &lt;/p&gt;&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6095521935760362721-8995035942752808303?l=energiacc.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://energiacc.blogspot.com/feeds/8995035942752808303/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=6095521935760362721&amp;postID=8995035942752808303' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6095521935760362721/posts/default/8995035942752808303'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6095521935760362721/posts/default/8995035942752808303'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://energiacc.blogspot.com/2007/02/energia-brasileira-para-o-futuro-global.html' title=''/><author><name>Mário Araújo Neto</name><uri>http://www.blogger.com/profile/08910684122403625927</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6095521935760362721.post-1039902617508164051</id><published>2007-02-01T14:20:00.000-08:00</published><updated>2007-02-01T14:23:43.511-08:00</updated><title type='text'></title><content type='html'>&lt;table border="0" cellpadding="0" cellspacing="0" width="100%"&gt; &lt;tbody&gt;&lt;tr&gt;&lt;td&gt;&lt;span style="font-size: 18px;font-family:verdana;color:#0259aa;"  &gt;&lt;b&gt;RELATÓRIO OFICIAL APONTA RISCO DE APAGÃO COM PIB ACIMA DE 4%&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/td&gt;     &lt;/tr&gt;   &lt;tr&gt;&lt;td background="imagens/fundoPonto.gif" height="1"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;   &lt;tr&gt;         &lt;td align="left"&gt;&lt;span style="font-size: 11px;font-family:verdana;color:#5a5a5a;"  &gt;&lt;b&gt;Lu Aiko Otta e Leonardo Goy &lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/td&gt;   &lt;/tr&gt;     &lt;tr&gt;        &lt;td align="left"&gt;&lt;span style="font-size: 11px;font-family:verdana;color:#5a5a5a;"  &gt;&lt;b&gt;    O Estado de S. Paulo    &lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/td&gt;   &lt;/tr&gt;   &lt;tr&gt;    &lt;td align="right"&gt;&lt;span style="font-size: 12px;font-family:verdana;" &gt;28/1/2007&lt;/span&gt;&lt;/td&gt;   &lt;/tr&gt;     &lt;tr&gt;&lt;td height="20"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;     &lt;tr&gt;&lt;td style="text-indent: 30pt; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: 12px;font-family:verdana;" &gt;&lt;p&gt;&lt;em&gt;Para secretaria do Ministério da Fazenda, País não suportaria crescimento acima de 3,5% entre 2008 e 2010 &lt;/em&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Se o Programa de Aceleração do Crescimento (PAC) der certo e a economia alcançar taxas de expansão na casa dos 5%, o País corre o risco de um novo apagão. É o que informa um relatório confidencial da Secretaria de Acompanhamento Econômico (Seae) do Ministério da Fazenda, ao qual o Estado teve acesso. &lt;/p&gt;&lt;p&gt;O documento, que circulou quando o PAC estava em preparação, diz que um crescimento de 4% entre 2007 e 2010 só será sustentável se todas as usinas hidrelétricas programadas para entrar em funcionamento no período ficarem prontas no prazo e não houver problemas no abastecimento de gás natural para as térmicas. Caso contrário, o consumo de energia ficará acima dos níveis considerados seguros para o fornecimento, que embutem uma margem de segurança de 5% na capacidade das usinas. &lt;/p&gt;&lt;p&gt;Em outras palavras, o crescimento acelerado não obrigatoriamente levará ao apagão, mas fará com que o sistema elétrico opere no limite. Bastará um ano de chuvas fracas, um crescimento inesperado no consumo ou um problema no abastecimento de gás para que o País enfrente novo racionamento. &lt;/p&gt;&lt;p&gt;“Esse déficit (entre o consumo e a chamada energia assegurada) não significa a necessidade de decretar um racionamento, mas que seu risco é elevado”, alerta o relatório. “É necessário que as autoridades competentes atentem para o aumento do risco sistêmico.” O PAC, anunciado na semana passada, ataca alguns problemas levantados pelo documento.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Os técnicos que elaboraram o relatório não chegam ao ponto de afirmar a partir de quando o risco de apagão é mais elevado. Em vez disso, citam dois estudos, um da consultoria PSR e outro da Universidade Federal do Rio de Janeiro.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;No primeiro, o consumo passaria a ficar acima da energia assegurada a partir de 2008, quando a deficiência seria de 0,6%, subindo para 2,2% em 2009 e 2,5% em 2010. Essa projeção é feita num cenário mais provável, no qual são esperados problemas no abastecimento de gás e com a perspectiva otimista de crescimento anual de 4%. Já a UFRJ prevê que, se a economia crescer 4,75% ao ano, o risco de racionamento será superior a 5% já em 2009.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;“A economia brasileira não suportaria uma taxa de crescimento superior a 3,5% entre 2008 e 2010 mantendo os riscos de suprimento em patamares aceitáveis”, diz o relatório, comparando as conclusões dos dois estudos. “Diante dessas projeções, ganha especial relevância a questão do que ocorrerá se o Brasil apresentar taxas de crescimento mais elevadas. Deve ser ressaltado que agentes privados acreditam que a escassez de energia restringirá esse crescimento.”&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;strong&gt;PREÇOS&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;O relatório sugere a elevação da tarifa de algumas das novas geradoras de energia como forma de atrair o investimento privado. Em outubro, o governo levou a leilão a autorização para construir sete usinas hidrelétricas. Duas delas, Cambuci e Barra do Pomba, ambas no Rio de Janeiro, não atraíram interessados porque a taxa de retorno do empreendimento foi considerada baixa.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;“Há que se verificar a estrutura de preços negociados nos leilões, de forma a analisar a viabilidade econômica dos empreendimentos, pois alguns agentes não têm participado sob a alegação de que o preço teto é baixo”, diz o documento. Mais adiante, observa: “Se, por um lado, isso (o preço baixo) favorece a modicidade tarifária, por outro implica alocação de capital público em setor que poderia captar recursos privados”. Os autores observam que a transparência e a estabilidade de regras são condições para um ambiente saudável ao investimento privado. “Essa é uma condição importante para acelerar o crescimento econômico, minimizando os riscos e, conseqüentemente, os custos de novos investimentos.” &lt;/p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;/tbody&gt; &lt;/table&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6095521935760362721-1039902617508164051?l=energiacc.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://energiacc.blogspot.com/feeds/1039902617508164051/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=6095521935760362721&amp;postID=1039902617508164051' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6095521935760362721/posts/default/1039902617508164051'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6095521935760362721/posts/default/1039902617508164051'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://energiacc.blogspot.com/2007/02/relatrio-oficial-aponta-risco-de-apago.html' title=''/><author><name>Mário Araújo Neto</name><uri>http://www.blogger.com/profile/08910684122403625927</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry></feed>
